Se há uns anos a habitação no Entroncamento era mais barata em relação a Tomar, o que levou na altura muitos tomarenses a comprar casa na terra dos fenómenos, os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística revelam que o preço médio está igual nas duas cidades.
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019
quinta-feira, 31 de janeiro de 2019
Paulo já tem uma casa nova
Paulo R. recebeu uma prenda de Natal que há muito ansiava: uma casa nova. Vivia sozinho, ou melhor, com os seus cães, nuns barracões sem as mínimas condições e em risco de ruir, nos arredores de Tomar.
domingo, 11 de novembro de 2018
Ministro do Ambiente em Tomar para apoiar reabilitação
O Ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Pedro Matos Fernandes, o Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Sobrinho Teixeira, e a Secretária de Estado da Habitação, Ana Pinho, vão estar em Tomar nesta segunda feira, dia 12, para a sessão de assinatura dos protocolos do Fundo Nacional de Reabilitação do Edificado.
A sessão tem lugar na Biblioteca Municipal de Tomar a partir das 10.45 horas.
domingo, 26 de agosto de 2018
Câmara de Alvaiázere abre concurso para arrendar antigas escolas
Quatro antigas escolas primárias reabilitadas em Ariques, Barqueiro, Bofinho e Venda do Preto, no concelho de Alvaiázere, vão ser arrendadas pela câmara através de um concurso.
domingo, 2 de julho de 2017
Polémica na atribuição de habitações sociais
O jornal O Templário de 22 de junho publicou uma “carta à diretora” acerca da atribuição de habitações sociais por parte da câmara de Tomar na qual se denuncia o não cumprimento da listagem que foi feita de acordo com o grau de necessidade de cada agregado familiar. M.A. (assim é assinada a carta) acusa a câmara de atribuir casa a quem ficou mais abaixo na lista e ignorar quem ficou nos lugares mais acima.
Transcrevemos a referida carta:
Transcrevemos a referida carta:
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
65 famílias concorrem às casas da câmara
No concurso aberto pela câmara de Tomar, em outubro do ano passado, para atribuição de habitação social, candidataram-se 65 famílias, das quais cerca de 70 por cento são de etnia cigana.
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
Tomar: homem dorme debaixo da ponte
Um homem de 41 anos está a dormir há duas noites debaixo do passadiço para peões no Flecheiro em Tomar. A denúncia foi feita por Américo Costa no facebook através de um vídeo que já tem mais de 3.600 visualizações, cerca de 70 partilhas e mais de 30 comentários.
O caso está a gerar grande indignação na comunidade tomarense até porque o problema surge numa altura em que a câmara está a realojar várias famílias de etnia cigana.
Pelo que se sabe, Norberto, assim se chama o sem-abrigo, tem um irmão em Tomar e terá saído de casa por sua iniciativa.
Américo Costa garantiu entretanto que o problema vai ser resolvido ainda durante o dia de hoje e que Norberto vai ter alojamento.
O vídeo pode ser visto aqui.
O caso está a gerar grande indignação na comunidade tomarense até porque o problema surge numa altura em que a câmara está a realojar várias famílias de etnia cigana.
Pelo que se sabe, Norberto, assim se chama o sem-abrigo, tem um irmão em Tomar e terá saído de casa por sua iniciativa.
Américo Costa garantiu entretanto que o problema vai ser resolvido ainda durante o dia de hoje e que Norberto vai ter alojamento.
O vídeo pode ser visto aqui.
terça-feira, 9 de agosto de 2016
Realojamento de famílias ciganas continua a provocar polémica
A comunidade das localidades de Marmeleiro e Capela, na freguesia de Madalena, vai reunir nesta quarta feira, dia 10, para debater a realojamento de uma família de etnia cigana na antiga casa das professoras no Marmeleiro. A reunião tem lugar na sede da associação local pelas 19 horas e conta com a presença do vereador Hugo Cristóvão e o presidente da junta Arlindo Nunes.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Prédios da fiação de Torres Novas à venda
São terrenos e casas, duas das quais estão alugadas, localizados em Cabrita e na Via das Tufeiras, freguesia de São Pedro, concelho de Torres Novas. Os imóveis têm como preço base, no total, quase 195 mil euros.
As propostas de compra têm de ser enviadas até dia 22 de janeiro para o escritório do administrador da insolvência, Nuno Oliveira da Silva, em Castelões, Famalicão.
A fiação de Torres Novas foi fundada em 1845 e, ao fim de 165 anos de laboração, foi-lhe decretada falência a 16 de agosto de 2011.
Informações sobre o processo de venda dos imóveis
Sobre a Companhia Nacional de Fiação e Tecidos de Torres Novas
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Mais uma família cigana vai ser realojada no bairro 1.º de Maio
![]() |
| No Flecheiro moram cerca de 250 pessoas de etnia cigana |
Entrevistado a propósito do polémico realojamento de uma primeira família cigana no bairro, marcado por vandalismo, tiros e muita tensão, Hugo Cristóvão adiantou que o próximo realojamento será numa casa de outra rua do bairro.
O autarca referiu que estas famílias conseguiram as suas novas casas de uma forma legítima, através do concurso de habitação social que a câmara promoveu.
Explicou que a primeira família é constituída pelo casal e dois filhos menores, sendo que pai e mãe trabalham. “Estão a tentar mudar de vida e não querem criar problemas”, reforçou.
Acrescentou que, apesar de haver alguns protestos pelo realojamento da família cigana no bairro, “outros moradores até se mostraram solidários com a família”.
Quanto ao processo de mudança do Flecheiro para o bairro, Hugo Cristóvão garantiu que a barraca atualmente ocupada pela família vai ser demolida e o número de polícia vai ser extinto para evitar nova ocupação.
terça-feira, 17 de novembro de 2015
Veja as fotos da casa da polémica no bairro 1.° de Maio
Continua tenso o ambiente no bairro 1.° de Maio em Tomar por causa do realojamento de uma família cigana transferida do Flecheiro.
Conhecendo-se a rivalidade antiga entre os moradores do bairro 1.° de Maio e a comunidade cigana do Flecheiro a intenção da câmara foi mal recebida.
Antes da família se mudar, a casa situada na rua de Santo António, 14 foi alvo de atos de vandalismo. As fotos que publicamos mostram a porta de entrada e outra porta interior que foi arrancada. Houve ainda uma janela partida e danos no chuveiro.
Ao deparar-se com os estragos na casa a família cigana reagiu mal e ameaçou com uma arma quem estava por ali. Na noite de domingo para segunda feira, cerca da 1 da manhã, foram disparados de um carro em andamento seis ou sete tiros para o ar junto ao bairro.
Do lado da comunidade cigana faz-se valer o direito à habitação conseguido através de concurso promovido pela câmara. Mas, de uma maneira geral, os moradores do bairro não vêm com bons olhos os novos vizinhos.
Aguardemos o desenvolvimento deste caso.
Conhecendo-se a rivalidade antiga entre os moradores do bairro 1.° de Maio e a comunidade cigana do Flecheiro a intenção da câmara foi mal recebida.
Antes da família se mudar, a casa situada na rua de Santo António, 14 foi alvo de atos de vandalismo. As fotos que publicamos mostram a porta de entrada e outra porta interior que foi arrancada. Houve ainda uma janela partida e danos no chuveiro.
Ao deparar-se com os estragos na casa a família cigana reagiu mal e ameaçou com uma arma quem estava por ali. Na noite de domingo para segunda feira, cerca da 1 da manhã, foram disparados de um carro em andamento seis ou sete tiros para o ar junto ao bairro.
Do lado da comunidade cigana faz-se valer o direito à habitação conseguido através de concurso promovido pela câmara. Mas, de uma maneira geral, os moradores do bairro não vêm com bons olhos os novos vizinhos.
Aguardemos o desenvolvimento deste caso.
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Confrontos entre moradores do bairro 1.º de Maio e ciganos
O realojamento de uma família cigana no bairro 1.° de Maio em Tomar já provocou confrontos, tiros e um crescente ambiente de tensão. Estava previsto que esta semana a família cigana mudasse do Flecheiro para o bairro mas quando os moradores souberam dessa decisão começaram os protestos. Já vem de longe a rivalidade entre os moradores do bairro 1.° de Maio e a comunidade cigana do Flecheiro.
Quando a câmara decidiu atribuir uma casa do bairro a uma família cigana numa tentativa de integração, a notícia foi muito mal recebida.
Na noite de sábado para domingo, essa casa (rua de Santo António, 14, na foto) foi vandalizada e destruída. Os confrontos começaram no domingo ao início da tarde quando a família cigana se deparou com a destruição. A polícia teve de intervir para acalmar os ânimos.
Na noite de domingo para segunda feira, cerca da 1 da manhã, foram disparados de um carro seis ou sete tiros em direção ao bairro.
Com os atentados de Paris ainda frescos na memória os moradores do bairro entraram em pânico e pediram a intervenção da polícia.
Apesar de tudo não há registo de feridos mas no bairro o ambiente continua tenso com medo de que se repitam os tiros.
Agora a câmara vai ter de recuperar novamente a casa e repensar a sua estratégia de integração da comunidade cigana.
Quando a câmara decidiu atribuir uma casa do bairro a uma família cigana numa tentativa de integração, a notícia foi muito mal recebida.
Na noite de sábado para domingo, essa casa (rua de Santo António, 14, na foto) foi vandalizada e destruída. Os confrontos começaram no domingo ao início da tarde quando a família cigana se deparou com a destruição. A polícia teve de intervir para acalmar os ânimos.
Na noite de domingo para segunda feira, cerca da 1 da manhã, foram disparados de um carro seis ou sete tiros em direção ao bairro.
Com os atentados de Paris ainda frescos na memória os moradores do bairro entraram em pânico e pediram a intervenção da polícia.
Apesar de tudo não há registo de feridos mas no bairro o ambiente continua tenso com medo de que se repitam os tiros.
Agora a câmara vai ter de recuperar novamente a casa e repensar a sua estratégia de integração da comunidade cigana.
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
Bairro 1.º de Maio e estalagem de Santa Iria: inauguração foi há 66 anos
O bairro 1.º de Maio, a estalagem de Santa Iria, a escola básica Santo António e o parque municipal do Mouchão foram inaugurados a 30 de outubro de 1949 pelo então subsecretário de estado das obras públicas, Saraiva e Sousa.
O antigo bairro dr. Oliveira Salazar (atual 1.° de Maio) é constituído por 100 casas construídas “para famílias pobres”.
Para além da inauguração destes “importantes melhoramentos” na cidade, o membro do governo descerrou ainda uma lápide que atribuía o nome de José Frederico Ulrich ao estádio municipal.
Há 65 anos era presidente da Câmara de Tomar o então major Fernando de Oliveira.
O antigo bairro dr. Oliveira Salazar (atual 1.° de Maio) é constituído por 100 casas construídas “para famílias pobres”.
Para além da inauguração destes “importantes melhoramentos” na cidade, o membro do governo descerrou ainda uma lápide que atribuía o nome de José Frederico Ulrich ao estádio municipal.
Há 65 anos era presidente da Câmara de Tomar o então major Fernando de Oliveira.
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
40 famílias candidatas a quatro casas da câmara
Concorreram 40 famílias ao concurso de habitação social lançado em maio pela câmara de Tomar para quatro habitações no bairro 1.° de Maio.
Nesta altura já estão selecionadas as quatro famílias contempladas mas a lista é provisória porque os concorrentes ainda têm um prazo para reclamações.
Os critérios para atribuição de casa têm a ver com a composição e rendimento do agregado familiar, motivo do pedido de habitação, se tem estudantes a cargo, entre outros.
Concorreram algumas famílias numerosas, uma com oito, outra com sete filhos por exemplo, mas estas não foram contempladas porque as casas a concurso são 3 T3 e um T2.
As quatro famílias contempladas com habitação social são, em princípio, as seguintes:
Nesta altura já estão selecionadas as quatro famílias contempladas mas a lista é provisória porque os concorrentes ainda têm um prazo para reclamações.
Os critérios para atribuição de casa têm a ver com a composição e rendimento do agregado familiar, motivo do pedido de habitação, se tem estudantes a cargo, entre outros.
Concorreram algumas famílias numerosas, uma com oito, outra com sete filhos por exemplo, mas estas não foram contempladas porque as casas a concurso são 3 T3 e um T2.
As quatro famílias contempladas com habitação social são, em princípio, as seguintes:
sexta-feira, 1 de maio de 2015
O acampamento cigano do Flecheiro visto por dentro
Uma comitiva da câmara de Tomar visitou o acampamento cigano do Flecheiro no dia 30 de abril para conhecer de perto a realidade das cerca de 230 pessoas que ali moram em barracas.
O vereador Hugo Cristóvão fez-se acompanhar de vários técnicos de serviço social e de representantes da associação cigana ACMET.
Esta associação publicou no facebook uma extensa reportagem fotográfica da visita que aqui reproduzimos.
O vereador Hugo Cristóvão fez-se acompanhar de vários técnicos de serviço social e de representantes da associação cigana ACMET.
Esta associação publicou no facebook uma extensa reportagem fotográfica da visita que aqui reproduzimos.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Câmara quer recuperar antigas escolas para habitação social ou venda.
Seis antigas escolas primárias e outros quatro edifícios municipais devolutos vão ser recuperados pela Câmara de Tomar para fins de habitação social ou para alienação.
Designado “Tomar RehabitaSocial”, o projeto foi apresentado pelo vereador Hugo Cristóvão em reunião de Câmara. Além daqueles dez imóveis há mais oito ainda em fase de análise sobre o seu destino que pode passar também pela venda.
Publicamos aqui a lista dos 10 edifícios destinados a habitação social ou venda:
- Escola Básica de Delongo (Paialvo) (para duas famílias ou grande agregado).
- Escola Básica de Francos-S. Silvestre (Madalena-Beselga)
- Escola Básica de Suímo (Sabacheira)
- Escola Básica de Póvoa (Além da Ribeira – Pedreira)
- Escola Básica e jardim de infância de Montes (Olalhas) (3 habitações)
- Escola Básica da Charneca do Maxial (Madalena - Beselga)
- Casa dos Professores no Marmeleiro (2 habitações) (Madalena - Beselga)
- Casa junto ao bairro Nª Srª dos Anjos
- Prédio no Largo da Saboaria r\c, 1º e 2º andar
- Casa em Vila Nova (Paialvo)
Outras situações em análise na Câmara:
- Escola Básica de Ceras (Casais - Alviobeira)
- Escola Básica de Castelo de Bode (São Pedro) (possível projeto com a EDP)
- Escola Básica de Cerejeira (Asseiceira)
- Escola Básica de Peralva (Paialvo) (também possível para cedência a associação)
- Jardim de infância do Coito (S. Pedro) (por esclarecer a titularidade)
- Escola Básica do Carril (Serra - Junceira)
- Escola Básica de Barreira Grande (Serra - Junceira) (também possível para projeto turístico)
- Casa de habitação na Rua dos Arcos, n.º 5
Sobre esta proposta o primeiro protesto surgiu em Delongo, freguesia de Paialvo, onde mais de uma centena de moradores se juntou no domingo contestando a intenção da Câmara de recuperar a antiga escola da aldeia para vender ou para habitação social.
Foi decidido apresentar um projeto conjunto pela associação Os Bravos e Juventude Mariana Vicentina de Paialvo que prevê a partilha das instalações.
Designado “Tomar RehabitaSocial”, o projeto foi apresentado pelo vereador Hugo Cristóvão em reunião de Câmara. Além daqueles dez imóveis há mais oito ainda em fase de análise sobre o seu destino que pode passar também pela venda.
Publicamos aqui a lista dos 10 edifícios destinados a habitação social ou venda:
- Escola Básica de Delongo (Paialvo) (para duas famílias ou grande agregado).
- Escola Básica de Francos-S. Silvestre (Madalena-Beselga)
- Escola Básica de Suímo (Sabacheira)
- Escola Básica de Póvoa (Além da Ribeira – Pedreira)
- Escola Básica e jardim de infância de Montes (Olalhas) (3 habitações)
- Escola Básica da Charneca do Maxial (Madalena - Beselga)
- Casa dos Professores no Marmeleiro (2 habitações) (Madalena - Beselga)
- Casa junto ao bairro Nª Srª dos Anjos
- Prédio no Largo da Saboaria r\c, 1º e 2º andar
- Casa em Vila Nova (Paialvo)
Outras situações em análise na Câmara:
- Escola Básica de Ceras (Casais - Alviobeira)
- Escola Básica de Castelo de Bode (São Pedro) (possível projeto com a EDP)
- Escola Básica de Cerejeira (Asseiceira)
- Escola Básica de Peralva (Paialvo) (também possível para cedência a associação)
- Jardim de infância do Coito (S. Pedro) (por esclarecer a titularidade)
- Escola Básica do Carril (Serra - Junceira)
- Escola Básica de Barreira Grande (Serra - Junceira) (também possível para projeto turístico)
- Casa de habitação na Rua dos Arcos, n.º 5
Sobre esta proposta o primeiro protesto surgiu em Delongo, freguesia de Paialvo, onde mais de uma centena de moradores se juntou no domingo contestando a intenção da Câmara de recuperar a antiga escola da aldeia para vender ou para habitação social.
Foi decidido apresentar um projeto conjunto pela associação Os Bravos e Juventude Mariana Vicentina de Paialvo que prevê a partilha das instalações.
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Bairro 1.º de Maio inaugurado há 65 anos
30 de outubro de 1949 é uma data importante na história de Tomar porque foi nesse dia que se procedeu à inauguração de “importantes melhoramentos” na cidade.
O subsecretário de estado das obras públicas, Saraiva e Sousa, deslocou-se a Tomar para inaugurar o bairro 1.º de Maio, que na altura se chamava bairro dr. Oliveira Salazar e que é constituído por 100 casas “para famílias pobres”. Na ocasião inaugurou também a escola básica Santo António*, o parque municipal do Mouchão e a Estalagem de Santa Iria. O membro do governo descerrou ainda uma lápide que atribuía o nome de José Frederico Ulrich ao novo campo de jogos.
Há 65 anos era presidente da Câmara de Tomar o então major Fernando de Oliveira.
* Correção: inicialmente escrevemos escola Infante D. Henrique, quando na verdade se trata da escola Santo António
O subsecretário de estado das obras públicas, Saraiva e Sousa, deslocou-se a Tomar para inaugurar o bairro 1.º de Maio, que na altura se chamava bairro dr. Oliveira Salazar e que é constituído por 100 casas “para famílias pobres”. Na ocasião inaugurou também a escola básica Santo António*, o parque municipal do Mouchão e a Estalagem de Santa Iria. O membro do governo descerrou ainda uma lápide que atribuía o nome de José Frederico Ulrich ao novo campo de jogos.
Há 65 anos era presidente da Câmara de Tomar o então major Fernando de Oliveira.
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| Recorte do jornal Cidade de Tomar de 23-10-1949 (mdthomar.ipt.pt) |
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Três novos regulamentos já em vigor
Já estão em vigor mais três novos regulamentos aprovados pela Câmara e Assembleia Municipal de Tomar. Os regulamentos definem novas regras para a atribuição e gestão do parque habitacional social, para a feira grossista (mercado abastecedor) e para o parque empresarial (zona industrial) de Tomar.
Regulamento Municipal de Atribuição e Gestão do Parque Habitacional Social de Tomar
Regulamento Interno da Feira Grossista de Tomar
Regulamento do Parque Empresarial de Tomar
Regulamento Municipal de Atribuição e Gestão do Parque Habitacional Social de Tomar
Regulamento Interno da Feira Grossista de Tomar
Regulamento do Parque Empresarial de Tomar
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Quando os ciganos de Tomar foram notícia no “24 Horas”
“A dura luta dos ciganos (e o medo dos que vivem perto deles)”, “Violência e discriminação étnica no dia-a-dia de Tomar” eram os títulos de uma reportagem que o extinto jornal “24 Horas” publicou no dia 6 de setembro de 2004, ou seja, há cerca de 10 anos.
O jornalista Guilherme Sherman de Macedo (de Tomar) escreveu a abrir a reportagem: “É uma história com 30 anos. A comunidade cigana de Tomar vive sem condições em barracas, onde não há luz, água ou esgotos. A população local diz que os ciganos são violentos e que a polícia não consegue ter mão neles. A autarquia promete acabar com o problema até final de 2005.”
Outros destaques da reportagem eram: Polícias agredidos, Cronologia do problema, Câmara diz que tem solução.
Dez anos depois, o problema do Flecheiro e do realojamento da comunidade cigana mantém-se.
O jornalista Guilherme Sherman de Macedo (de Tomar) escreveu a abrir a reportagem: “É uma história com 30 anos. A comunidade cigana de Tomar vive sem condições em barracas, onde não há luz, água ou esgotos. A população local diz que os ciganos são violentos e que a polícia não consegue ter mão neles. A autarquia promete acabar com o problema até final de 2005.”
Outros destaques da reportagem eram: Polícias agredidos, Cronologia do problema, Câmara diz que tem solução.
Dez anos depois, o problema do Flecheiro e do realojamento da comunidade cigana mantém-se.
terça-feira, 2 de setembro de 2014
PSD propõe apoio ao arrendamento de habitação para jovens
Por proposta dos vereadores do PSD, a Câmara de Tomar aprovou elaborar “um Programa Municipal de Apoio, abrangente, direto e eficaz, ao Arrendamento de Habitação para jovens” na zona histórica da cidade.
Os proponentes, João Tenreiro e Luisa Oliveira, entendem que “deveria ser uma das prioridades, para a Camara Municipal de Tomar, fixar e atrair população jovem, em particular na zona do seu centro histórico” porque tal iria contribuir para “a revitalização da cidade, das suas infraestruturas e serviços, bem como dos imóveis e tornaria a cidade apelativa e dotada de uma nova dinâmica”.
A proposta aprovada baixou aos serviços “para analisar a forma de operacionalização da mesma”.
Os proponentes, João Tenreiro e Luisa Oliveira, entendem que “deveria ser uma das prioridades, para a Camara Municipal de Tomar, fixar e atrair população jovem, em particular na zona do seu centro histórico” porque tal iria contribuir para “a revitalização da cidade, das suas infraestruturas e serviços, bem como dos imóveis e tornaria a cidade apelativa e dotada de uma nova dinâmica”.
A proposta aprovada baixou aos serviços “para analisar a forma de operacionalização da mesma”.
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