Através da leiloeira Avalibérica, as instalações do Bloco de Representações, em Tomar, estão à venda até hoje, dia 30, por leilão eletrónico, com o preço base de 300 mil euros.
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terça-feira, 30 de outubro de 2018
quinta-feira, 1 de março de 2018
Chuva provoca inundações em Tomar (c/ fotos e vídeo)
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| Foto de Dinis Baião publicada no facebook |
sábado, 3 de fevereiro de 2018
Carro assaltado no Flecheiro em Tomar
Na última noite de sexta para sábado, um automóvel estacionado na zona do Flecheiro, Tomar, foi assaltado.
terça-feira, 21 de março de 2017
PSP vigia estação de Correios depois de agressão
domingo, 26 de fevereiro de 2017
Há 10 anos
Tomar, janeiro 2007. Era assim a margem esquerda do rio Nabão na zona do Flecheiro. O programa Polis (deck, ponte, açude mecânico, etc) veio alterar por completo esta zona ribeirinha da cidade.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Almerindo Lima reeleito presidente da associação cigana
Decorreram no dia 24 de janeiro eleições para os órgãos sociais da Associação de Solidariedade Social com a Comunidade Cigana e Minorias Étnicas do Médio Tejo, com sede em Tomar.
domingo, 23 de outubro de 2016
Lembram-se do antigo matadouro de Tomar no Flecheiro? (c/ vídeo)
Francisco Assis publicou no facebook um vídeo que nos mostra o velho matadouro de Tomar, situado no Flecheiro. Foi desativado em julho de 1989 e demolido cerca de um ano mais tarde.
Recuando na história, em meados do século XIX, a câmara deliberou proceder à construção do matadouro junto ao Flecheiro, construção que só veio a concretizar cerca de 20 anos depois, tendo o anterior funcionado onde era a antiga abegoaria municipal.
Cerca de um século depois, a 15 de setembro de 1989 era inaugurado na Zona Industrial de Tomar o novo Matadouro Regional Ribatejo Norte.
Recuando na história, em meados do século XIX, a câmara deliberou proceder à construção do matadouro junto ao Flecheiro, construção que só veio a concretizar cerca de 20 anos depois, tendo o anterior funcionado onde era a antiga abegoaria municipal.
Cerca de um século depois, a 15 de setembro de 1989 era inaugurado na Zona Industrial de Tomar o novo Matadouro Regional Ribatejo Norte.
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
Tomar debate comunidades ciganas
“A realidade das comunidades ciganas" é o tema de um seminário a realizar dia 13, terça feira, a partir das 14.45 horas na biblioteca municipal de Tomar.
Este seminário tem como objetivo “difundir a história e a cultura ciganas junto da comunidade maioritária e de capacitar os agentes educativos para um trabalho mais profícuo junto das crianças e jovens estudantes da etnia cigana”. Durante a tarde vão ser apresentados vários projetos que trabalham com diferentes comunidades ciganas do país.
Programa
Este seminário tem como objetivo “difundir a história e a cultura ciganas junto da comunidade maioritária e de capacitar os agentes educativos para um trabalho mais profícuo junto das crianças e jovens estudantes da etnia cigana”. Durante a tarde vão ser apresentados vários projetos que trabalham com diferentes comunidades ciganas do país.
Programa
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
Roubaram painéis metálicos no passadiço do Flecheiro
Desapareceram do passadiço para peões no Flecheiro em Tomar cerca de 20 painéis metálicos em inox. O material destinava-se a proteger os cabos que atravessam a ponte, cabos que agora se encontram à mostra.
A denúncia foi feita por Américo Costa no facebook. O cidadão calcula que cada painel tenha um custo aproximado de 100 euros pelo que o prejuízo total deverá rondar os 2 mil euros.
A denúncia foi feita por Américo Costa no facebook. O cidadão calcula que cada painel tenha um custo aproximado de 100 euros pelo que o prejuízo total deverá rondar os 2 mil euros.
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
Funeral acabou, lixo ficou
O funeral de Sebastião Moura Pascoal, um dos três patriarcas da comunidade cigana de Tomar falecido no domingo, não foi exceção.
Na zona envolvente da casa mortuária o cenário nesta terça feira era o que as imagens mostram, reveladoras de falta de civismo.
quarta-feira, 13 de abril de 2016
Quem se lembra do Flecheiro assim?
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| Foto de José da Costa Velho |
Antes da colocação de proteções em cimento houve vários casos de quedas ao rio algumas mortais.
Na primeira década deste século e através do programa Polis a câmara realizou obras na margem direita criando um muro (deck) e um açude mecânico que permite controlar o nível das águas do rio Nabão.
Além de criar um passeio ao longo da margem, o muro, com seis metros de altura, serve sobretudo para proteger das cheias. Dentro do muro foi colocado um coletor de águas pluviais e outro de esgotos domésticos que recebem a maior parte dos esgotos do centro histórico da cidade, encaminhando-os para a ETAR da Zona Industrial. Certo é que, deste então, nunca mais houve cheias nessa zona.
Da intervenção faz parte a nova ponte do Flecheiro. Por fazer ficou o realojamento das famílias ciganas e a requalificação da zona sul do Flecheiro.
Apesar disso foi uma obra que há cerca de uma década modificou esta zona da cidade.
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| Foto de João Manuel de Brito (anos 80) |
sexta-feira, 8 de abril de 2016
O sapo à porta!
Opinião
Nos dias que correm, qualquer cidadão tomarense e em particular aqueles de etnia cigana habitantes no Flecheiro, no mínimo, anda apreensivo!
Então não é que Luís Ferreira vem acrescentar aos seus dislates sobre um tema crucial para os tomarenses, o seguinte:
"aqueles que poderiam ser a alternativa natural à gestão socialista do concelho, não conseguem alinhar um único projeto mobilizador, ou uma única solução para qualquer dos problemas do concelho, sejam eles os ciganos ou o desemprego."
Definitivamente é preciso ter uma grande lata para nos vir agora dizer isto. Mas bem vistas as coisas, convenhamos, lata é o que não falta a este político.
Porquê? Ora vejamos. Depois de:
1. Ter integrado, como vereador a tempo inteiro, o executivo PSD/PS de outubro de 2009 a outubro de 2011;
2. Ter feito a campanha eleitoral para as autárquicas de 2013 a prometer solução para o Flecheiro através do realojamento das famílias que ali habitam de maneira precária;
3. Ter sido a eminência parda do município, enquanto chefe de gabinete da presidente da Câmara, de novembro de 2013 e dezembro de 2015;
4. Apesar de, desde janeiro de 2016, estar fora mas continuar lá dentro (isto até parece aquele célebre slogan sobre as férias em Portugal: "vá para fora cá dentro!"),
sem que nada consequente, de concreto, palpável, materializado, tenha sido feito pela maioria PS/CDU que Luís Ferreira criou, a não ser a surpreendente notícia dada no seu blogue - transformado em órgão oficial do PS Tomar e, pelos vistos, do município - que NÃO HÁ FINANCIAMENTO COMUNITÁRIO PARA O REALOJAMENTO DAS FAMÍLIAS QUE HABITAM NO FLECHEIRO, é preciso um grande descaramento para vir agora escamotear as responsabilidades próprias assobiando ao cochicho.
É que nesta fase do campeonato criticar a "falta de projetos mobilizadores" por parte de outros, se não fosse triste e dramático para as famílias envolvidas, até seria caricato.
Em bom português há várias expressões elucidativas para estas artimanhas: "atirar areia para os olhos", "sacudir a água do capote", em suma, fazer manobras de diversão para distrair (ou será enganar?) os seus concidadãos.
E qual a explicação para isto? É fácil. Trata-se duma clássica tentativa de fuga para a frente, uma intenção de fazer o máximo ruído, lançar cortinas de fumo, com lamúrias do tipo, os outros não têm projetos, há falta de colaboração, ou apresentar propostas de solução mirabolantes, etc., etc.
E qual a intenção disto tudo? Novamente fácil de responder. Trata-se duma enérgica tentativa para iludir a verdadeira questão: PROMETERAM E PREPARAM-SE PARA NÃO CUMPRIR!
Enquanto isto sucede, folgam as costas a quem tem a estrita obrigação de tomar da palavra sobre o assunto e tarda em fazê-lo aguardando pela "preparação do terreno" para o efeito. A presidente Anabela Freitas tem o dever de vir junto dos cidadãos de Tomar esclarecer este assunto. E segue um conselho grátis. Como tenho apreciado junto de centenas de tomarenses com quem tenho contatado, é bom que a desculpa seja boa pois o tema é sério.
E quanto aos cidadãos de etnia cigana que habitam no Flecheiro, ainda que apreensivos com as últimas notícias veiculadas por Luís Ferreira, continuam a acreditar numa solução de habitação digna como lhes foi deixado no ar nas autárquicas de 2013 pelos socialistas. É bom que Anabela Freitas e o estratega por trás dela não falhem com esta promessa pois, como bem diz António Alexandre numa recente crónica, era bom que estes cidadãos, como os de Paialvo "...deixem de ser refugiados na terra em que nasceram", para o bem de toda a comunidade.
Era o que mais faltava descobrir-se agora que os fazedores de promessas afinal têm um sapo à porta...
José da Silva
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| Um aspecto do projecto de Luís Ferreira… ou será do PS? Ou é do executivo de esquerda |
Nos dias que correm, qualquer cidadão tomarense e em particular aqueles de etnia cigana habitantes no Flecheiro, no mínimo, anda apreensivo!
Então não é que Luís Ferreira vem acrescentar aos seus dislates sobre um tema crucial para os tomarenses, o seguinte:
"aqueles que poderiam ser a alternativa natural à gestão socialista do concelho, não conseguem alinhar um único projeto mobilizador, ou uma única solução para qualquer dos problemas do concelho, sejam eles os ciganos ou o desemprego."
Definitivamente é preciso ter uma grande lata para nos vir agora dizer isto. Mas bem vistas as coisas, convenhamos, lata é o que não falta a este político.
Porquê? Ora vejamos. Depois de:
1. Ter integrado, como vereador a tempo inteiro, o executivo PSD/PS de outubro de 2009 a outubro de 2011;
2. Ter feito a campanha eleitoral para as autárquicas de 2013 a prometer solução para o Flecheiro através do realojamento das famílias que ali habitam de maneira precária;
3. Ter sido a eminência parda do município, enquanto chefe de gabinete da presidente da Câmara, de novembro de 2013 e dezembro de 2015;
4. Apesar de, desde janeiro de 2016, estar fora mas continuar lá dentro (isto até parece aquele célebre slogan sobre as férias em Portugal: "vá para fora cá dentro!"),
sem que nada consequente, de concreto, palpável, materializado, tenha sido feito pela maioria PS/CDU que Luís Ferreira criou, a não ser a surpreendente notícia dada no seu blogue - transformado em órgão oficial do PS Tomar e, pelos vistos, do município - que NÃO HÁ FINANCIAMENTO COMUNITÁRIO PARA O REALOJAMENTO DAS FAMÍLIAS QUE HABITAM NO FLECHEIRO, é preciso um grande descaramento para vir agora escamotear as responsabilidades próprias assobiando ao cochicho.
É que nesta fase do campeonato criticar a "falta de projetos mobilizadores" por parte de outros, se não fosse triste e dramático para as famílias envolvidas, até seria caricato.
Em bom português há várias expressões elucidativas para estas artimanhas: "atirar areia para os olhos", "sacudir a água do capote", em suma, fazer manobras de diversão para distrair (ou será enganar?) os seus concidadãos.
E qual a explicação para isto? É fácil. Trata-se duma clássica tentativa de fuga para a frente, uma intenção de fazer o máximo ruído, lançar cortinas de fumo, com lamúrias do tipo, os outros não têm projetos, há falta de colaboração, ou apresentar propostas de solução mirabolantes, etc., etc.
E qual a intenção disto tudo? Novamente fácil de responder. Trata-se duma enérgica tentativa para iludir a verdadeira questão: PROMETERAM E PREPARAM-SE PARA NÃO CUMPRIR!
Enquanto isto sucede, folgam as costas a quem tem a estrita obrigação de tomar da palavra sobre o assunto e tarda em fazê-lo aguardando pela "preparação do terreno" para o efeito. A presidente Anabela Freitas tem o dever de vir junto dos cidadãos de Tomar esclarecer este assunto. E segue um conselho grátis. Como tenho apreciado junto de centenas de tomarenses com quem tenho contatado, é bom que a desculpa seja boa pois o tema é sério.
E quanto aos cidadãos de etnia cigana que habitam no Flecheiro, ainda que apreensivos com as últimas notícias veiculadas por Luís Ferreira, continuam a acreditar numa solução de habitação digna como lhes foi deixado no ar nas autárquicas de 2013 pelos socialistas. É bom que Anabela Freitas e o estratega por trás dela não falhem com esta promessa pois, como bem diz António Alexandre numa recente crónica, era bom que estes cidadãos, como os de Paialvo "...deixem de ser refugiados na terra em que nasceram", para o bem de toda a comunidade.
Era o que mais faltava descobrir-se agora que os fazedores de promessas afinal têm um sapo à porta...
José da Silva
sexta-feira, 25 de março de 2016
Pode um rato parir uma montanha?
Opinião
A questão do Flecheiro é para todos os tomarenses um ponto de honra.
Por este motivo, o assunto esteve, está e estará sempre em cima da mesa até à sua completa resolução!
O PS de Tomar, ciente da importância do assunto tratou de lhe dar papel cimeiro na sua campanha autárquica de 2013. E, pelos vistos, a coisa resultou.
Assim sendo, não resta a menor dúvida que o compromisso eleitoral assumido por quem governa o município consistia na garantia do realojamento das famílias que ali habitam com grande precaridade seguido da requalificação do espaço. Poder-se-á considerar que ainda é cedo para cobrar essa promessa, apesar de decorridos os tais prometidos 100 dias sem que nada de palpável se visse. A autarca, na sua última entrevista ao jornal Cidade de Tomar, aproveitou para ir referindo que as promessas são para ser conferidas no final dos 4 anos de mandato.
Entretanto, surge na comunicação social o artigo de Luís Ferreira sobre o previsível desenlace da candidatura do município de Tomar aos Fundos Comunitários. Aqui, ficamos a saber que não há verbas para resolver este problema. A propósito deste artigo escrevi a crónica intitulada "A montanha pariu um rato" em que bem dizia que a presidente Anabela Freitas não se poderá esconder atrás da insuficiência de fundos para não cumprir o que prometeu.
Outro aspeto crucial, sujeito a crítica máxima, é aquele que se prende com a elaboração dum documento estratégico para o concelho, completamente à revelia do seu executivo e de todos os tomarenses. Como é possível, nos tempos que correm, a autarca Anabela Freitas cometer um erro destes? Quis fazê-lo sozinha e assim responderá pelo mesmo de igual modo. O designado PEDU - Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano é um documento seu, subtraído à participação dos seus concidadãos. Lamentável.
Acrescente-se agora a estranheza resultante da circunstância deste assunto vir a público através do deputado municipal, ex-chefe de gabinete e companheiro da presidente.
Só mesmo num concelho em que os relógios giram ao contrário isto seria possível.
E o silêncio sepulcral sobre isto tudo? O que dizer desta circunstância fabulosa?
Promete-se o que parece que não se vai cumprir. Faz-se planeamento estratégico às escondidas. Quem comunica não tem investidura para tal. Surpreendente...
A presidente remete-se a um prudente silêncio. Os vereadores não sabem de nada, salvo um comentário da presidente numa reunião de câmara.
E o que dizer das soluções para o problema entretanto avançadas pelo que parece ser o único detentor de toda a informação?
O que propõe são cogitações suas? São soluções do PS? São soluções da atual gestão autárquica?
É que estranho seria ver um blogue tornar-se no órgão de comunicação da autarquia... com a presidente da câmara a reboque do mesmo...
Este assunto é demasiado sério para estar a ser tratado desta maneira.
O decoro abandonou definitivamente a nossa terra.
Se é certo que antes dizíamos que "a montanha pariu um rato" agora é lícito interrogarmo-nos se é possível "um rato parir uma montanha".
José da Silva
A questão do Flecheiro é para todos os tomarenses um ponto de honra.
Por este motivo, o assunto esteve, está e estará sempre em cima da mesa até à sua completa resolução!
O PS de Tomar, ciente da importância do assunto tratou de lhe dar papel cimeiro na sua campanha autárquica de 2013. E, pelos vistos, a coisa resultou.
Assim sendo, não resta a menor dúvida que o compromisso eleitoral assumido por quem governa o município consistia na garantia do realojamento das famílias que ali habitam com grande precaridade seguido da requalificação do espaço. Poder-se-á considerar que ainda é cedo para cobrar essa promessa, apesar de decorridos os tais prometidos 100 dias sem que nada de palpável se visse. A autarca, na sua última entrevista ao jornal Cidade de Tomar, aproveitou para ir referindo que as promessas são para ser conferidas no final dos 4 anos de mandato.
Entretanto, surge na comunicação social o artigo de Luís Ferreira sobre o previsível desenlace da candidatura do município de Tomar aos Fundos Comunitários. Aqui, ficamos a saber que não há verbas para resolver este problema. A propósito deste artigo escrevi a crónica intitulada "A montanha pariu um rato" em que bem dizia que a presidente Anabela Freitas não se poderá esconder atrás da insuficiência de fundos para não cumprir o que prometeu.
Outro aspeto crucial, sujeito a crítica máxima, é aquele que se prende com a elaboração dum documento estratégico para o concelho, completamente à revelia do seu executivo e de todos os tomarenses. Como é possível, nos tempos que correm, a autarca Anabela Freitas cometer um erro destes? Quis fazê-lo sozinha e assim responderá pelo mesmo de igual modo. O designado PEDU - Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano é um documento seu, subtraído à participação dos seus concidadãos. Lamentável.
Acrescente-se agora a estranheza resultante da circunstância deste assunto vir a público através do deputado municipal, ex-chefe de gabinete e companheiro da presidente.
Só mesmo num concelho em que os relógios giram ao contrário isto seria possível.
E o silêncio sepulcral sobre isto tudo? O que dizer desta circunstância fabulosa?
Promete-se o que parece que não se vai cumprir. Faz-se planeamento estratégico às escondidas. Quem comunica não tem investidura para tal. Surpreendente...
A presidente remete-se a um prudente silêncio. Os vereadores não sabem de nada, salvo um comentário da presidente numa reunião de câmara.
E o que dizer das soluções para o problema entretanto avançadas pelo que parece ser o único detentor de toda a informação?
O que propõe são cogitações suas? São soluções do PS? São soluções da atual gestão autárquica?
É que estranho seria ver um blogue tornar-se no órgão de comunicação da autarquia... com a presidente da câmara a reboque do mesmo...
Este assunto é demasiado sério para estar a ser tratado desta maneira.
O decoro abandonou definitivamente a nossa terra.
Se é certo que antes dizíamos que "a montanha pariu um rato" agora é lícito interrogarmo-nos se é possível "um rato parir uma montanha".
José da Silva
segunda-feira, 21 de março de 2016
A montanha pariu um rato!
Opinião
As parangonas falam em 6 milhões de euros! É verdade, é muito dinheiro, principalmente se o mesmo fosse destinado a passar umas férias. A realidade é que esta verba deveria destinar-se a muito mais do que isso.
Aquilo que é apresentado como uma grande conquista, resultante do trabalho esforçado da autarquia não colhe.
Infelizmente, a verba apontada não passa dum mero rateio dos fundos disponíveis pelos diferentes tipos de municípios. É triste dizê-lo, mas é assim.
Mas dirão, ah! Estão a esquecer-se que foi preciso elaborar um "plano estratégico"... E está bem, isso é verdade. Fazia parte das obrigações dos municípios fazê-lo para estarem em condições de elegibilidade destes fundos.
E vai daí, o que é que a atual gestão camarária fez? Mandou elaborar um plano estratégico de desenvolvimento urbano, vulgo PEDU. O único problema foi que o fez enredada no seu próprio umbigo... E falamos dum umbigo tão estreito que nem sequer incluiu os próprios vereadores da maioria que governa a Câmara. Hugo Cristóvão, Rui Serrano e Bruno Graça foram mantidos à margem da elaboração deste documento. Sendo assim, imagine-se a distância a que ficaram do mesmo, Pedro Marques, João Tenreiro ou .... milhas!
E a participação pública? "O que é isso", dirá a autarca promotora do "orçamento participativo"?
Mas mesmo o mais importante é o seguinte facto:
A atual presidente da autarquia fez promessas eleitorais que, em certa medida, em grande medida acrescentaria, contribuíram para o desenlace eleitoral e agora encetou um processo de desculpabilização pelo seu não cumprimento por falta de financiamento.
Simplifiquemos as coisas.
Campanha Eleitoral:
"Prometo retirar todas as barracas do Flecheiro e realojar condignamente todas as famílias que ali habitam".
Dois anos e meio depois:
"Eu até queria fazer o que prometi mas não tenho financiamento..."
Mas o que raio se passa nesta terra? Então isto é assim?
Promete-se aquilo que as pessoas querem ouvir e depois a responsabilidade pelo não cumprimento das promessas é de outros?
Senhora presidente Anabela Freitas, cumpra o que prometeu e acabe com a propaganda! O dinheiro para tal? O problema é seu. Prescinda do seu salário, hipoteque os seus bens e peça emprestado ao banco, mas cumpra.
Uma coisa é certa, se as famílias ciganas não forem todas realojadas e o Flecheiro limpo das barracas que agora lá se encontram a senhora Anabela Freitas falhou o seu principal compromisso eleitoral com os cidadãos de Tomar.
E não basta aldrabar a coisa realojando apenas aquela meia dúzia de barracas à entrada de Tomar.
Cá estaremos todos para denunciar esse embuste caso o mesmo ocorra.
José da Silva
Nota: A seu tempo apresentarei a minha análise de "MAIS DE 6 MILHÕES DE EUROS JÁ GARANTIDOS PARA TOMAR".
sexta-feira, 4 de março de 2016
Veja o filme do furto na farmácia Alfa em Tomar (c/ vídeo)
Nesta sexta feira, dia 4, pouco depois das 13 horas, a farmácia Alfa, na Av. D. Nuno Alvares Pereira, em Tomar, foi alvo de um furto perpetrado por uma mulher com a ajuda de uma cúmplice.
Foram furtados vários produtos de dermocosmética de elevado valor mas os responsáveis da farmácia ainda não conseguiram avaliar o montante total do furto.
Aqui fica o relato do caso segundo os responsáveis da farmácia:
“Duas mulheres de etnia cigana, de origem portuguesa, entraram na farmácia, tendo uma delas, demorado na entrada durante algum tempo. Seguidamente uma delas dirigiu-se ao balcão fazendo bastantes perguntas, monopolizando a atenção de um dos funcionários enquanto havia outros utentes a serem atendidos, ao mesmo tempo a outra ficou mais para trás, olhando para a rua. Posteriormente e do que nos foi possível ver a mulher que estava mais para trás deslocava-se com todo o à vontade pela área de atendimento enquanto a outra acabou o atendimento.
Quando a segunda saiu, fomos informados por outros utentes que estavam na farmácia que tinham sido retirados artigos de uma das prateleiras.
Pensamos ser de interesse de todos o conhecimento deste tipo de delitos pelo que remetemos para vossa análise e procedimento como for julgado convenientes imagens da ocorrência.
O furto foi comunicado às autoridades e PSP de Tomar tomou conta da ocorrência”.
Entretanto, a PSP já identificou a autora do furto e a cúmplice.
Foram furtados vários produtos de dermocosmética de elevado valor mas os responsáveis da farmácia ainda não conseguiram avaliar o montante total do furto.
Aqui fica o relato do caso segundo os responsáveis da farmácia:
“Duas mulheres de etnia cigana, de origem portuguesa, entraram na farmácia, tendo uma delas, demorado na entrada durante algum tempo. Seguidamente uma delas dirigiu-se ao balcão fazendo bastantes perguntas, monopolizando a atenção de um dos funcionários enquanto havia outros utentes a serem atendidos, ao mesmo tempo a outra ficou mais para trás, olhando para a rua. Posteriormente e do que nos foi possível ver a mulher que estava mais para trás deslocava-se com todo o à vontade pela área de atendimento enquanto a outra acabou o atendimento.
Quando a segunda saiu, fomos informados por outros utentes que estavam na farmácia que tinham sido retirados artigos de uma das prateleiras.
Pensamos ser de interesse de todos o conhecimento deste tipo de delitos pelo que remetemos para vossa análise e procedimento como for julgado convenientes imagens da ocorrência.
O furto foi comunicado às autoridades e PSP de Tomar tomou conta da ocorrência”.
Entretanto, a PSP já identificou a autora do furto e a cúmplice.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
Novo plano de pormenor do Flecheiro e mercado em fase de apreciação pública
O Diário da República desta segunda feira, dia 8, publica o aviso da câmara de Tomar referente à revisão do plano de pormenor do Flecheiro e Mercado, já decidida pela autarquia em maio de 2015.
O primeiro plano está em vigor há sete anos e a câmara entende que está desajustado em relação à realidade atual.
O objetivo do plano de pormenor é definir “a ocupação, uso e transformação do solo e a requalificação urbanística de uma área central da cidade de Tomar, localizada ao longo das margens do rio Nabão.”
Durante 15 dias os cidadãos interessados podem apresentar sugestões ou informações sobre o plano.
Com este novo plano vai ser possível legalizar o novo lar de idosos da Misericórdia que já está construído há quase dois anos mas sem poder funcionar por falta de licença.
Mais informação aqui.
O primeiro plano está em vigor há sete anos e a câmara entende que está desajustado em relação à realidade atual.
O objetivo do plano de pormenor é definir “a ocupação, uso e transformação do solo e a requalificação urbanística de uma área central da cidade de Tomar, localizada ao longo das margens do rio Nabão.”
Durante 15 dias os cidadãos interessados podem apresentar sugestões ou informações sobre o plano.
Com este novo plano vai ser possível legalizar o novo lar de idosos da Misericórdia que já está construído há quase dois anos mas sem poder funcionar por falta de licença.
Mais informação aqui.
sábado, 21 de novembro de 2015
Discoteca RioBar vai reabrir
Situada na rua de S. Gião, a poucos metros do rio Nabão, a discoteca RioBar vai reabrir neste sábado, dia 21.
Para a reabertura está anunciada a atuação da “Dupla Mete Cá Sets”.
Para a reabertura está anunciada a atuação da “Dupla Mete Cá Sets”.
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Mais uma família cigana vai ser realojada no bairro 1.º de Maio
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| No Flecheiro moram cerca de 250 pessoas de etnia cigana |
Entrevistado a propósito do polémico realojamento de uma primeira família cigana no bairro, marcado por vandalismo, tiros e muita tensão, Hugo Cristóvão adiantou que o próximo realojamento será numa casa de outra rua do bairro.
O autarca referiu que estas famílias conseguiram as suas novas casas de uma forma legítima, através do concurso de habitação social que a câmara promoveu.
Explicou que a primeira família é constituída pelo casal e dois filhos menores, sendo que pai e mãe trabalham. “Estão a tentar mudar de vida e não querem criar problemas”, reforçou.
Acrescentou que, apesar de haver alguns protestos pelo realojamento da família cigana no bairro, “outros moradores até se mostraram solidários com a família”.
Quanto ao processo de mudança do Flecheiro para o bairro, Hugo Cristóvão garantiu que a barraca atualmente ocupada pela família vai ser demolida e o número de polícia vai ser extinto para evitar nova ocupação.
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Perseguição mortal em julgamento
Está marcado para dia 14 de setembro, segunda feira, no tribunal de Santarém o julgamento de André Pascoal, morador no Flecheiro acusado de ter responsabilidades na morte de dois jovens de Tomar num despiste há quatro anos em Valdonas.
Na madrugada de 4 de setembro de 2011 Cristiano Lopes de 20 anos e Carlos Andrade de 19, perderam a vida quando o carro em que seguiam embateu violentamente num muro. Os dois jovens vinham da festa da Serra e estavam a ser perseguidos por outra viatura conduzida pelo único arguido.
Um terceiro jovem seguia na viatura que se despistou. João Pedro Paulino ficou gravemente ferido mas sobreviveu após meses de internamento hospitalar.
No processo judicial intervêm também os pais de Carlos Andrade como ofendidos. O Centro Hospitalar do Médio Tejo e João Pedro Paulino são demandantes. Demandado é a Companhia de Seguros Lusitânia e o perito é João de Oliveira.
Três juízes (tribunal coletivo) vão julgar este caso a partir das 9.30 horas. Em que medida é que o despiste mortal foi provocado pela perseguição é a principal questão que o tribunal vai tentar esclarecer.
No ano passado o julgamento chegou a estar marcado para o tribunal de Tomar mas o processo passou para o tribunal de Santarém na sequência do novo mapa judiciário.
Na madrugada de 4 de setembro de 2011 Cristiano Lopes de 20 anos e Carlos Andrade de 19, perderam a vida quando o carro em que seguiam embateu violentamente num muro. Os dois jovens vinham da festa da Serra e estavam a ser perseguidos por outra viatura conduzida pelo único arguido.
Um terceiro jovem seguia na viatura que se despistou. João Pedro Paulino ficou gravemente ferido mas sobreviveu após meses de internamento hospitalar.
No processo judicial intervêm também os pais de Carlos Andrade como ofendidos. O Centro Hospitalar do Médio Tejo e João Pedro Paulino são demandantes. Demandado é a Companhia de Seguros Lusitânia e o perito é João de Oliveira.
Três juízes (tribunal coletivo) vão julgar este caso a partir das 9.30 horas. Em que medida é que o despiste mortal foi provocado pela perseguição é a principal questão que o tribunal vai tentar esclarecer.
No ano passado o julgamento chegou a estar marcado para o tribunal de Tomar mas o processo passou para o tribunal de Santarém na sequência do novo mapa judiciário.
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