terça-feira, 7 de março de 2017

Documentário inédito mostra Tomar no 25 de Abril

Nos seus 60 anos, a RTP disponibilizou online centenas de reportagens, documentários e programas. Entre os vários documentos filmados onde surge Tomar, estão imagens inéditas da cidade três dias após o 25 de Abril de 1974.

Observam-se vários planos gerais das ruas da cidade, o ambiente num café, manifestantes a percorrerem as ruas com cartazes a dizer "não ao aumento do custo vida" e "extinção da PIDE-DGS", etc.
Nessa altura estava em construção o primeiro prédio da Alameda Um de Março, artéria onde ainda existia a antiga cerâmica Prista.
O documentário (sem som) pode ser visto aqui.


4 comentários:

  1. “Mudam-se os tempos”
    Aquele Senhor tomarense de gema que se diz, ele próprio, albergado no Brasil – país quente de afagos tórridos, para quem do frio tratar-se, precise! – por causa das dores nas cruzes e que agora a ele se apelida veja-se bem, de “Zé dos Anzóis”, não pára nem descansa, mesmo a ver o mar ao contrário, de expelir nos seus blogueares rabiscos, um ódiozão quase inveja de estimação, aos trabalhadores do Município. É que não há escrito nem lido seu, onde a septuagenária criatura não tente ferrar o bico nos seus acepipes de estimação: os trabalhadores do Município!
    Isto vem propósito de quê? Olhem, de nada…
    Mas vejamos, lembrei-me de tal estima ao ver o acima documentário sobre o 25 de Abril em Tomar e também da referida criatura, porque não a enxerguei por lá e, ao comentar o assunto com pessoa trabalhadora, competente, dedicada, e simultaneamente funcionária municipal, terminámos dizendo: esperemos agora para ver os encómios que o “ Zé dos Anzóis” vai tecer sobre as imagens, os carinhos que a si vai dedicar, o seu “muito Mundo e formado em Paris, nos idos de Maio de 68. (Onde) Poucos no país, ou nenhuns aqui em Tomar, poderão ladrar outro tanto” e, como no meio disso, ainda vai tentar esporear os seus estimados funcionários, incompetentes, vulneráveis e “acima de qualquer suspeita”.
    Porque ele tem toda a razão e, no documentário, estão para este cantinho lusitano os primórdios daquilo que rabiscou nas linhas de um seu outro escrito, e que se reproduz, “ com a devida vénia”:
    (“Em qualquer democracia do tipo ocidental, ninguém está acima, ao lado, abaixo, à frente ou atrás de qualquer suspeita. São todos funcionários, sujeitos ao estatuto comum, e cidadãos obrigados a respeitar as leis do país. O resto não passa de presunção mal disfarçada”.)
    Pois, que quem assim escreve, de pés quentes e cabeça tórrida, e ainda, porventura, adocicado com reforma choruda, agora paga pelos descontos dos tais incompetentes e explorados funcionários é homem responsável e coerente e, com certeza, um dia destes quando o verão voltar aí estará, qual D. Sebastião regressado de Alcácer-Quibir e, galhardamente, encabeceará manifestação ou manifestações, agora a cores, para defesa e em prol do bem-estar e descanso de todos, porque, “o futuro nunca foi tão promissor em Tomar, nalgumas áreas-chave.”- como diz, também!
    E isso, naturalmente por inabilidade de todos os outros paisanos tomarenses, a Ele ficará a dever-se!
    Da minha parte e pela minha quota, para já, um muito, mas muito mesmo, obrigado!


    Danilo Como-Bendito


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    1. Tanto latim e nada aprovim

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    2. A revolução cria-lhe insónias?!..
      Credo homem, satanás valha, quem, senão doente, atrás de um teclado pelas três e vinte e sete da madrugada?!
      Preocupante!

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  2. Ainda há por aí muito nesta terra com saudades do 24 de abril....

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