quinta-feira, 27 de Novembro de 2014

Ex-músico dos Quinta do Bill exige 769 mil euros por ter sido atropelado

Nuno Flores, ex-violinista dos Quinta do Bill, atropelado com violência em 2007,  exige 769 mil euros de indemnização ao agente da PSP que o atropelou e ao Instituto de Seguros de Portugal.
O músico foi atropelado no IC32 (Montijo) quando se preparava para mudar um pneu furado.
O polícia que o atropelou não tinha seguro nem inspeção do carro que conduzia e não parou para prestar auxílio.
O músico ficou algum tempo em coma, sofreu várias fraturas e ainda continua a viver com várias limitações físicas.
Sete anos depois o processo continua a correr nos tribunais.
O Correio da Manhã noticiou o caso.
Músico atropelado exige 769 mil euros 

Tomar tem a água mais cara do distrito

Tomar é o concelho que tem a água mais cara do distrito de Santarém e ocupa a 24.ª posição no mesmo ranking a nível nacional, segundo dados da Entidade Reguladora para os Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), referentes a 2013.
Com base numa fatura mensal para o abastecimento, saneamento e resíduos, para um consumo de 10 m3 de água, o jornal Público elaborou uma infografia onde se hierarquizam os concelhos do país segundo os valores cobrados.
Quem paga mais no distrito de Santarém
Tomar - 28,12 €
Ferreira do Zêzere - 27,75 €
Abrantes - 22,77 €
Entroncamento - 21,37 €
Vila Nova da Barquinha - 21,05 €

Quem paga menos
Mação - 15,30 €
Coruche - 15,07 €
Benavente - 15,06 €
Chamusca - 14,18 €
Golegã - 11,05 €

A infografia do Público pode ser consultada aqui.
Os custos da água em Tomar

Capas dos jornais locais

Nesta quinta feira estão nas bancas os dois semanários de Tomar: O Templário e Cidade de Tomar


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Câmara dá algumas borlas nos TUT’s e estacionamento

Foto de Fernando Fidalgo publicada no facebook
É uma espécie de prenda de Natal da Câmara de Tomar. De 20 a 24 de dezembro não se paga nos Transportes Urbanos da cidade (TUT’s). As borlas estendem-se  aos parques de estacionamento cobertos na cidade onde não se paga para estacionar nas quartas feiras dias 10, 17, 24 e 31 de dezembro e nos sábados dias 6, 13, 20 e 27 de dezembro, entre as 12 e as 24 horas.
O objetivo da Câmara é a “facilitação de estacionamento e mobilidade, para acesso às compras em Tomar.”
Esta “prenda de Natal” da presidente da Câmara Anabela Freitas terá de ser ratificada na próxima reunião da câmara.

quarta-feira, 26 de Novembro de 2014

PS aprova proposta que rejeitou quando era oposição

Em dezembro de 2012, quando o PSD geria os destinos da Câmara de Tomar, o PS votou contra a atribuição de despesas de representação aos titulares de cargos de direção intermédia de 1º e 2º grau (chefes de divisão e diretores de departamento).
Quase dois anos depois, na última reunião de Câmara e numa altura em que PS e CDU gerem coligados a autarquia nabantina, é o PS a propor e a aprovar as mesmas despesas de representação.
Esta contradição foi denunciada na declaração de voto que os vereadores do PSD apresentaram.
Em 2012 os vereadores do PS Becerra Vitorino e Luís Ferreira, atual chefe de gabinete, consideravam que, “num momento em que parte significativa dos funcionários do Município recebe, depois de todos os descontos, menos de 500€ mensais, não se justifica manter este suplemento para 12 dirigentes que ganham cerca de 2000 euros mensais, especialmente quando não fazem qualquer representação do Município, não tendo por isso qualquer acréscimo de despesa em resultado disso. (,,,) Nessa altura os eleitos do PS votaram contra as despesas de representação.
Agora, a atual gestão socialista e comunista da Câmara de Tomar justifica a atribuição das despesas de representação com “a redução salarial ainda em vigor na administração pública” que “degrada de forma injustificável a justa compensação a funções diferenciadas, quer na sua tecnicidade, quer na sua disponibilidade”.
Para o PSD este argumento não é correto e viola o princípio da Igualdade porque “a maioria dos colaboradores do município não poderão ser ressarcidos, por este meio, em face da redução salarial”.
Os vereadores social-democratas João Tenreiro e António Jorge aproveitaram a oportunidade para insistirem na ilegalidade da nomeação de António Cúrdia como chefe da divisão financeira.
Por último referem os contantes lamentos de Anabela Freitas quanto à situação financeira do município, “sendo certo que, ao propor o pagamento de despesas de representação a estes dirigentes, está a aumentar as despesas correntes da Câmara Municipal.”
Seja como for a proposta de atribuição de despesas de representação aos dirigentes da câmara ainda vai ser discutida e votada na assembleia municipal.

GNR atuam em Tomar

Os GNR vão atuar no cine-teatro de Tomar no dia 20 de fevereiro de 2015. O concerto denominado “Afetivamente” tem produção de Nova Acão, Agenciamento, Gestão de Carreiras e Produção de Eventos, Unipessoal, Lda.
A Câmara disponibiliza a sala de espetáculos, dá o apoio técnico de som e luz, paga a estadia (refeições e alojamento) aos elementos da banda e equipa técnica e divulga o concerto através da distribuição de cartazes e flyers.
A receita de bilheteira fica para a produtora que tem de pagar direitos de autor e a licença do IGAC.
Já estão definidos os preços dos bilhetes: 16 euros (plateia), 15 euros (1.º balcão e 13 euros (2.° balcão).
Fazem parte dos GNR Rui Reininho (voz), António César Machado (piano e guitarra acústica), Jorge Romão (baixo acústico), Ianina Khmelik (violino), Rui Lacerda (bateria / percussões) e Hugo Novo (teclados).
Aqui fica a sinopse do espetáculo: “Com mais de trinta anos de carreira, os GNR avançam agora com um novo conceito, e decidem desligar a maior parte das tomadas: o baixo elétrico cede lugar ao baixo acústico, a guitarra elétrica passa as cordas ao violino e os teclados rendem-se ao piano. O próprio Rui Reininho será mais acústico, entenda-se, menos eléctrico. Os clássicos que celebrizaram o Grupo Novo Rock vão soar de forma diferente. Nunca a banda do Porto esteve tão próxima do público, porque efetivamente este é um momento de afetos.”

Acitofeba recebe cerca de 13 mil euros para iluminação de Natal

A Acitofeba – Associação de Comerciantes vai receber 12.915 euros de subsídio da Câmara de Tomar para iluminação das ruas da cidade durante a quadra natalícia.
A decisão foi tomada na reunião do executivo camarário de 21 de novembro.
Como habitualmente serão iluminadas as principais ruas da cidade.
Tempos houve em que a Câmara de Tomar investia mais de 50 mil euros em iluminação de Natal.

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terça-feira, 25 de Novembro de 2014

Obras ilegais na ilha do Lombo

Foto de Luís Ribeiro (blogue Tomar, a Cidade) aqui
Sem qualquer licença da Câmara de Tomar e sem os pareceres das entidades que tutelam a albufeira de Castelo do Bode, decorrem pelo menos desde 2011 obras clandestinas de ampliação da estalagem da Ilha do Lombo e das instalações do "Cais da Ilha", na margem do lado de Tomar.
Conforme denunciou publicamente o cidadão João Maria no jornal O Templário de 13 de novembro, apesar dos alertas, a Câmara Municipal de Tomar “continua impávida e serena a fingir que não vê”.
“Numa albufeira ambientalmente protegida na qual é proibido fazer obras temos um senhor que adquiriu a estalagem da Ilha do Lombo e o qual sem qualquer projeto, nem cuidado com a proteção do ambiente e da barragem, nem intervenção das entidades que tinham a obrigação de proteger a zona, nos últimos quatro anos, triplicou o tamanho do edifício da estalagem acrescentando dois pisos bem como edificou edifícios novos a toda a volta (como facilmente se comprova em fotografias existentes na internet)”, denuncia o cidadão que classifica este caso como “uma vergonha”.
João Maria afirma que “após quatro anos de obras constantes, com barcos a transportar materiais maiores do que o permitido na barragem, utilizando a margem do canto do rosário, nas barreiras como estaleiro continua alegremente a construir o que lhe apetece sem qualquer intervenção das autoridades”.
Na margem de Tomar as obras clandestinas são mais visíveis a quem por ali passe. O edifício (cais) de apoio à ilha, onde funcionou um café, está a ser ampliado com mais um piso e a construção de um alpendre “impossibilitando a passagem de veículos com alturas superiores ao normal”, segundo o mesmo cidadão.
Na reunião de Câmara de 27 de outubro o vice-presidente da Câmara, Rui Serrano deu conhecimento de duas informações técnicas (de 2012 e 2014) da Divisão de Gestão do Território onde se faz o ponto da situação do processo.
Na primeira informação refere-se que, apesar do embargo decretado pela Câmara em 2012, as obras continuaram, facto que foi comunicado ao Ministério Público mas do qual não se conhece desenvolvimento.
Propõe-se que o proprietário deve ser notificado “a instruir o respetivo pedido de licenciamento para eventual regularização das obras executadas sem prévio licenciamento, no prazo máximo de 30 dias, sob pena da aplicação das medidas da tutela da legalidade urbanística, nomeadamente proposta de ordem de demolição e de reposição e de cessação da utilização”.
Esta informação surge após uma reunião realizada em fevereiro de 2012 em que intervieram o presidente Carlos Carrão, do vereador José Perfeito, o diretor do DOGT, arquiteto Paulo Diogo, a técnica da DGT, arquiteta Ana Pereira, bem como do proprietário da unidade turística em causa, o austríaco Michael Stefan Braun, e respetivos colaboradores, designadamente André Santos, Ivo Santos e técnicos projetistas, arquiteto Nuno Madureira, e eng. Rui Mão de Ferro,
Na informação de setembro deste ano fala-se de um "pedido de Informação prévia relativo a obras de ampliação de edifício para instalação de empreendimento turístico na modalidade de Hotel Rural bem como para viabilidade de um Centro Náutico, a concretizar na Ilha do Lombo -  Albufeira do Castelo de Bode -  edifício parcialmente existente”. E remete-se para a informação técnica de 2012.
Enquanto isto as obras continuam e “as únicas pessoas que não conseguem ver são os fiscais da CMT”, denuncia o cidadão João Maria.
Quanto às obras clandestinas no edifício de apoio na margem de Tomar, segundo a última edição do jornal O Templário, a Junta da União de Freguesias da Serra e Junceira “solicitou à Câmara Municipal de Tomar o respetivo embargo e consequente instauração do processo contraordenacional nos termos da lei”.
A estalagem da ilha do Lombo foi adquirida em setembro de 2010 pelo empresário austríaco Michael Braun, proprietário da Tomé Feteira, em Vieira de Leiria.
Fotomontagem publicada pelo jornal Cidade de Tomar aqui

Foto publicada pelo jornal O Templário