terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

A “roda viva” dos negócios

O comércio em Tomar está em permanente dinâmica. Vários espaços comerciais têm iniciado atividade na cidade e, em contrapartida, há outros que encerram pelos mais diversos motivos.
Aqui ficam algumas notas sobre esta “roda viva” dos negócios:

- O restaurante Baía, situado na rua Joaquim Jacinto no centro histórico de Tomar, fechou e está para trespasse ou sub-aluguer.

- A Taverna D’Talha, na mesma rua, também fechou e está para trespasse. Os interessados podem obter mais informação através do tlm. 961874122.

- O bar Covil dos Templários, situado na av. Cândido Madureira, fechou no início do ano mas promete reabrir em breve noutro espaço.

- A Foto Nabão, situada na rua Infantaria 15, mantém-se em funcionamento mas está para cedência.

- A Casa Salgado, na rua dos Arcos, fechou e está em trespasse.

- A Saboaria do Bairro abriu no dia 1 de dezembro na rua Infantaria 15. Funciona de terça a sábado das 10 às 19 horas.

- A livraria Católica, na rua de S. João, fechou mas promete reabrir no final de fevereiro.

- A gelataria Dianjo, na Corredoura, tem nova gerência. Arisamira Araújo Sobreira é a nova gerente.

- Telmo Pinto é o novo gerente da FMT - Lavandarias, Lda.

- A frutaria Antunes, situada na av. Marquês de Tomar, fechou. Há várias décadas que António Antunes, empresário com mais de 80 anos, explorava aquele espaço de venda de fruta, gelados, bebidas e outros produtos. Em 2015 foi notificado pela câmara de Tomar a pagar cerca de 500 euros / ano pela ocupação de espaço público quando até então pagava cerca de 100 euros.

Informações e sugestões – tomarnarede@gmail.com

5 comentários:

  1. Roda viva!!?
    Quem ler esta noticia e nao conhecer Tomar, pensa que Tomar é o supra sumo na actividade comercial....
    Tomar como cidade morreu à uns bons anos atrás, agora não passa duma aldeia grande e a perder habitantes ano após ano....
    Mas não se pense que os culpados são só a Câmara e o seu actual executivo. Existem muitos e mais culpados neste desastre que se está a tornar esta terrinha mal habitada....

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    1. "HÁ uns bons anos atrás..."

      Subscrevo.

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  2. Sim, tambem acho. É mais a roda morta dos negócios...

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  3. Diria mesmo mais. É a roda da morte dos negócios, da cidade e do concelho.

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  4. A cidade está morta e mais que morta e desprestigiada em todos os sentidos e em todas as áreas. Resta a qualidade de vida que também , por este andar, estará comprometida.

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