O Jornal de Notícias do dia 26 publicou uma reportagem sobre acidentes com animais nas estradas apresentando alguns dados estatísticos e informação acerca das espécies que morrem nas estradas na sequência de atropelamento.
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segunda-feira, 31 de dezembro de 2018
terça-feira, 6 de novembro de 2018
Número da semana: 7.719 veículos
Os dados do Instituto de Mobilidade e dos Transportes revelam que cada vez mais os automobilistas estão a utilizar as autoestradas na nossa região.
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
Abrantes: assaltantes em fuga após assalto a carrinha de tabaco
Quatro a cinco indivíduos estão a monte desde as 15:00 de quinta feira (dia 25), após terem assaltado uma carrinha de tabaco em trânsito na Autoestrada 23 (A23) na zona de Mouriscas, Abrantes, disse fonte da GNR.
"O condutor da carrinha de tabaco foi ameaçado com uma arma de fogo e mandado encostar na berma da A23, tendo os assaltantes levado consigo dinheiro, telemóveis e a chave da viatura, deixando o condutor preso na parte de trás da carrinha", disse à Lusa a capitão Irina Pinto, comandante do Destacamento Territorial da GNR de Torres Novas.
Segundo a mesma responsável, o grupo de assaltantes "não levou tabaco e colocou-se em fuga pela A23, estando a monte desde então".
O condutor, que não foi agredido, conseguiu pedir ajuda a um outro condutor, que o libertou e emprestou um telemóvel que serviu para dar o alerta às autoridades, segundo a capitão.
Irina Pinto disse ainda que uma carrinha com características semelhantes às que haviam sido descritas às autoridades foi intercetada no Entroncamento, mas "no seu interior não foi encontrado o produto do roubo e os elementos detidos acabaram por ser libertados", depois de interrogados.
Fonte do Comando da GNR de Santarém disse à Lusa que "uma carrinha com características semelhantes já havia perseguido e tentado assaltar uma outra carrinha de transporte de tabaco, em Pernes", também no distrito de Santarém, mas que o condutor, "ao aperceber-se das intenções seguiu direito ao posto da GNR" mais próximo.
Por envolver arma de fogo, o caso foi entregue à Polícia Judiciária, entidade que ficou responsável pela investigação.
Agência Lusa
"O condutor da carrinha de tabaco foi ameaçado com uma arma de fogo e mandado encostar na berma da A23, tendo os assaltantes levado consigo dinheiro, telemóveis e a chave da viatura, deixando o condutor preso na parte de trás da carrinha", disse à Lusa a capitão Irina Pinto, comandante do Destacamento Territorial da GNR de Torres Novas.
Segundo a mesma responsável, o grupo de assaltantes "não levou tabaco e colocou-se em fuga pela A23, estando a monte desde então".
O condutor, que não foi agredido, conseguiu pedir ajuda a um outro condutor, que o libertou e emprestou um telemóvel que serviu para dar o alerta às autoridades, segundo a capitão.
Irina Pinto disse ainda que uma carrinha com características semelhantes às que haviam sido descritas às autoridades foi intercetada no Entroncamento, mas "no seu interior não foi encontrado o produto do roubo e os elementos detidos acabaram por ser libertados", depois de interrogados.
Fonte do Comando da GNR de Santarém disse à Lusa que "uma carrinha com características semelhantes já havia perseguido e tentado assaltar uma outra carrinha de transporte de tabaco, em Pernes", também no distrito de Santarém, mas que o condutor, "ao aperceber-se das intenções seguiu direito ao posto da GNR" mais próximo.
Por envolver arma de fogo, o caso foi entregue à Polícia Judiciária, entidade que ficou responsável pela investigação.
Agência Lusa
sexta-feira, 8 de julho de 2016
A23 também vai ter um radar SINCRO
Uma das 50 cabines onde vão ser instalados os 30 radares do Sistema Nacional de Controlo de Velocidade (SINCRO) ficará localizado na A23 ao km 19 (sentido Norte-Sul), perto da Roda Grande no concelho de Tomar.
Este é um dos locais considerados "extremamente críticos" onde vai ser instalado um radar de controlo de velocidade.
O primeiro radar do SINCRO começou a funcionar esta semana e prevê-se que o sistema esteja a funcionar em pleno em janeiro de 2017.
Mapa dos radares
Este é um dos locais considerados "extremamente críticos" onde vai ser instalado um radar de controlo de velocidade.
O primeiro radar do SINCRO começou a funcionar esta semana e prevê-se que o sistema esteja a funcionar em pleno em janeiro de 2017.
Mapa dos radares
quarta-feira, 4 de maio de 2016
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
A23: obras condicionam trânsito entre Torres Novas e Abrantes
Começaram nesta segunda feira, dia 1, trabalhos pontuais de reparação de pavimentos da A23 no troço entre o nó da A1 (Torres Novas) e o nó de Abrantes, segundo informação da Infraestruturas de Portugal.
Por causa destas obras o trânsito é condicionado com a supressão de via, em diferentes zonas ao longo do troço.
Os trabalhos têm duração estimada de duas semanas.
Por causa destas obras o trânsito é condicionado com a supressão de via, em diferentes zonas ao longo do troço.
Os trabalhos têm duração estimada de duas semanas.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
VN Barquinha: lince-ibérico morre atropelado na A23
Um exemplar de lince-ibérico, um macho de 4 anos, foi encontrado morto, por atropelamento, na autoestrada 23 (A23), próximo de Vila Nova da Barquinha, no distrito de Santarém.
"O animal foi atropelado mortalmente durante a noite de quarta-feira para quinta-feira, foi recolhido pelos bombeiros e entregue no posto da GNR de Vila Nova da Barquinha. Não há registo de incidente nem da viatura que terá embatido no lince, uma vez que deve ter seguido a sua marcha", disse à agência Lusa a capitã Irina Pinto, do Destacamento Territorial da GNR de Torres Novas.
Contactada pela Lusa, Sofia Castel-Branco, do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), disse que foi "com tristeza" que recebeu a notícia, tendo feito notar que o atropelamento rodoviário é hoje "a maior causa de morte" do lince-ibérico.
Hongo, assim se chamava o macho de lince-ibérico, nasceu em Aznalcar, Espanha, em 2011, tendo sido localizado em Doñana, a 16 de outubro de 2012, e, posteriormente, em maio de 2013, numa zona de caça associativa em Vila Nova de Milfontes, Portugal.
"Este lince apresentava um comportamento dispersante, tendo realizado um longo percurso desde o sul de Espanha. Apesar de ter vivido durante cerca de dois anos na zona do sudoeste alentejano, nunca estabilizou a totalidade do seu território", notou a dirigente.
A responsável do ICNF disse ainda que este exemplar de lince-ibérico estava marcado com um colar emissor VHF, tendo observado que "as dificuldades verificadas no seu funcionamento dificultaram o trabalho de monitorização" dos técnicos do ICNF, tendo sido monitorizado, durante cerca de um ano, através de armadilhagem fotográfica e procura de vestígios de presença.
"Foi este acompanhamento que permitiu verificar os longos períodos de ausência do território de Milfontes, tendo o ICNF tido conhecimento de diversos avistamentos de lince-ibérico em diferentes zonas do território nacional, os quais seguiu com atenção, nomeadamente avistamentos entre Santarém, Cartaxo e Tomar".
Segundo a especialista, o comportamento dispersante do Hongo tem-se manifestado em outros espécimes de lince-ibérico, como é o caso do Kahn e do Kentaro, reintroduzidos em Castilla La Mancha, Espanha, e cujos movimentos dispersivos têm sido possíveis de seguir através dos seus emissores de satélite, encontrando-se atualmente na zona de Monchique e Bragança, respetivamente.
Sofia Castel-Branco considerou "um sucesso" o processo de reintrodução do lince-ibérico em Portugal, desde finais de 2014, "uma vez que permitiu a existência de 11 linces em território nacional", nove dos quais com comportamentos de fixação no território, no Vale do Guadiana, Mértola, e os outros dois (Kahn e Kentaro) com postura dispersante em termos territoriais.
"O investimento feito, ao longo da última década, nas melhorias de habitat, garantiu não só a fixação dos animais reintroduzidos como a receção de espécimes libertados em Espanha" observou.
Os novos desafios, destacou, "passam por consolidar a fixação de fêmeas reprodutoras em território nacional e a libertação de mais exemplares, trabalhar na minimização das causas de morte, ao nível da prevenção e sensibilização para uma condução responsável e segura nas estradas, e na melhoria dos índices de aceitação social da espécie".
Agência Lusa
"O animal foi atropelado mortalmente durante a noite de quarta-feira para quinta-feira, foi recolhido pelos bombeiros e entregue no posto da GNR de Vila Nova da Barquinha. Não há registo de incidente nem da viatura que terá embatido no lince, uma vez que deve ter seguido a sua marcha", disse à agência Lusa a capitã Irina Pinto, do Destacamento Territorial da GNR de Torres Novas.
Contactada pela Lusa, Sofia Castel-Branco, do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), disse que foi "com tristeza" que recebeu a notícia, tendo feito notar que o atropelamento rodoviário é hoje "a maior causa de morte" do lince-ibérico.
Hongo, assim se chamava o macho de lince-ibérico, nasceu em Aznalcar, Espanha, em 2011, tendo sido localizado em Doñana, a 16 de outubro de 2012, e, posteriormente, em maio de 2013, numa zona de caça associativa em Vila Nova de Milfontes, Portugal.
"Este lince apresentava um comportamento dispersante, tendo realizado um longo percurso desde o sul de Espanha. Apesar de ter vivido durante cerca de dois anos na zona do sudoeste alentejano, nunca estabilizou a totalidade do seu território", notou a dirigente.
A responsável do ICNF disse ainda que este exemplar de lince-ibérico estava marcado com um colar emissor VHF, tendo observado que "as dificuldades verificadas no seu funcionamento dificultaram o trabalho de monitorização" dos técnicos do ICNF, tendo sido monitorizado, durante cerca de um ano, através de armadilhagem fotográfica e procura de vestígios de presença.
"Foi este acompanhamento que permitiu verificar os longos períodos de ausência do território de Milfontes, tendo o ICNF tido conhecimento de diversos avistamentos de lince-ibérico em diferentes zonas do território nacional, os quais seguiu com atenção, nomeadamente avistamentos entre Santarém, Cartaxo e Tomar".
Segundo a especialista, o comportamento dispersante do Hongo tem-se manifestado em outros espécimes de lince-ibérico, como é o caso do Kahn e do Kentaro, reintroduzidos em Castilla La Mancha, Espanha, e cujos movimentos dispersivos têm sido possíveis de seguir através dos seus emissores de satélite, encontrando-se atualmente na zona de Monchique e Bragança, respetivamente.
Sofia Castel-Branco considerou "um sucesso" o processo de reintrodução do lince-ibérico em Portugal, desde finais de 2014, "uma vez que permitiu a existência de 11 linces em território nacional", nove dos quais com comportamentos de fixação no território, no Vale do Guadiana, Mértola, e os outros dois (Kahn e Kentaro) com postura dispersante em termos territoriais.
"O investimento feito, ao longo da última década, nas melhorias de habitat, garantiu não só a fixação dos animais reintroduzidos como a receção de espécimes libertados em Espanha" observou.
Os novos desafios, destacou, "passam por consolidar a fixação de fêmeas reprodutoras em território nacional e a libertação de mais exemplares, trabalhar na minimização das causas de morte, ao nível da prevenção e sensibilização para uma condução responsável e segura nas estradas, e na melhoria dos índices de aceitação social da espécie".
Agência Lusa
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Abrantes: A23 em obras
A Scutvias vai realizar trabalhos de conservação de pavimentos rodoviários na A23 de 6 de abril a 28 de agosto.
As obras vão decorrer nos lanços entre Abrantes e Gardete P.K. 36+925 ao P.K. 77+800) e entre Fundão Norte e Guarda (P.K. 162+780 ao P.K. 213+000).
A concessionária informa que “os trabalhos serão realizados maioritariamente com recurso a basculamentos de tráfego em períodos de 24 horas, nos respetivos sentidos de forma alternada, com extensões aproximadas de 3500m.” Acrescenta que “em áreas pontuais serão necessários cortes de via esquerda/direita, com extensões aproximadas de 3500m, entre as 21h00 e 07h00.”
As obras vão decorrer nos lanços entre Abrantes e Gardete P.K. 36+925 ao P.K. 77+800) e entre Fundão Norte e Guarda (P.K. 162+780 ao P.K. 213+000).
A concessionária informa que “os trabalhos serão realizados maioritariamente com recurso a basculamentos de tráfego em períodos de 24 horas, nos respetivos sentidos de forma alternada, com extensões aproximadas de 3500m.” Acrescenta que “em áreas pontuais serão necessários cortes de via esquerda/direita, com extensões aproximadas de 3500m, entre as 21h00 e 07h00.”
sábado, 1 de novembro de 2014
Portagens no IC3 (A13) começaram há três anos
O primeiro troço a ser portajado foi o troço sul da A13 entre o nó da zona industrial de Tomar (ao restaurante Manjar dos Templários), até ao nó da Atalaia da A23.
Esta medida veio alterar significativamente o comportamento da maior parte dos automobilistas que optaram por não pagar portagens.
O troço em causa tem uma extensão de 8,325 quilómetros e foi inaugurado a 22 de Novembro de 2006. Desde essa data e até 31 de outubro de 2011, último dia sem portagens, a EN110 registou uma grande quebra no tráfego.
Três anos depois será que os automobilistas continuam a utilizar a EN110 ou acabaram por aceitar as portagens e utilizam a A13?
| EN110 no dia em que começaram as portagens |
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Homicídio na A23: dois arguidos passam de absolvidos a condenados
| Área de serviço de Abrantes da A23, onde ocorreu o crime |
No primeiro julgamento no tribunal de Abrantes Emanuel Candeias, autor da facada, foi condenado a 18 anos e nove meses de prisão por homicídio qualificado mas os outros arguidos foram absolvidos.
O Ministério Público recorreu desta decisão por entender que os dois cúmplices, David Damásio e Ulisses Mateus, também deviam ser condenados. O Tribunal da Relação de Évora deu provimento a este recurso e mandou repetir o julgamento dos dois arguidos, processo que transitou para o tribunal de Tomar.
O coletivo de juízes de Tomar condenou hoje os dois arguidos a dois anos de prisão para cada um pelo crime de ofensas à integridade física grave. O juiz presidente destacou a “gravidade dos factos”, a “malvadez dos arguidos”, a “enorme violência exercida” sem motivo.
Durante o julgamento os arguidos optaram pelo silêncio.
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