sábado, 11 de agosto de 2018

Este túmulo do Convento de Cristo encerra uma história picante

Foi ele que estabeleceu a Inquisição em Portugal, mas o seu túmulo, no Convento de Cristo, em Tomar, tem uma história picante.

Diz a literatura especializada que “Baltazar de Faria foi Comendador da Ordem de Cristo, membro do conselho de D. João III, e depois de D. Sebastião, do Rei-Cardeal D. Henrique e de D. Filipe I de Portugal. A mando de D. João III, obteve em Roma a Bula que estabeleceu em Portugal o Santo Ofício da Inquisição, dada pelo papa Paulo III. Foi juiz da Casa da Suplicação, o tribunal da Inquisição. O seu túmulo encontra-se na galeria sul do Claustro do Cemitério, numa edícula de feição renascentista”.
Mas há outra história, mais apimentada, que não consta dos livros. Estas e outras curiosidades sobre o Convento de Cristo são relatadas durante as visitas guiadas que se realizam todos os domingos de agosto (dias 5, 12, 19 e 26) às 11 horas.
São visitas guiadas em Português, ao complexo monumental do Castelo Templário e Convento de Cristo destinadas a portugueses e residentes em Portugal. Sandra Costa é a responsável por esta iniciativa que pretende dar a conhecer a história e a monumentalidade de um património classificado de interesse mundial.
As visitas (5 euros/pessoa) acontecem sempre aos domingos de manhã, a partir das 11 horas, e têm uma duração aproximada de duas horas. O ponto de encontro é na cafetaria do Castelo, junto ao parque de estacionamento.
Uma ótima oportunidade para os que passam as férias na região do Médio Tejo, para os emigrantes que regressam a casa neste verão de 2018, para os que aqui habitam e queiram aproveitar esta possibilidade de conhecer mais de um deste importante marco na identidade desta região e na identidade portuguesa.
Mais informações e reservas pelo tlm. 913646234 ou pelo email sandrahenriquescosta@gmail.com

15 comentários:

  1. Enganar as pessoas com afirmações falsas só pode reduzir a audiência do Tomar na rede. É claro que se trata de tentar atrair clientes para as anunciadas visitas pagas ao Convento. Ocorre contudo que a história do Baltazar e do seu túmulo não tem nada de picante. Limita-se ao facto de a sinistra personagem ter morrido "de pau feito", o que só se veio a descobrir quando os soldados franceses arrombaram o túmulo em 1812, segundo me confidenciou um amigo bom conhecedor do monumento. Com tudo o que por aqui vai acontecendo, ter morrido com o pénis ereto há mais de 4 séculos ainda é considerado algo picante?
    Os tomarenses ainda são mais provincianos e labregos do que eu julgava.

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  2. O maldizente do costume falou...

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  3. Também há umas belas histórias picantes passadas num certo edifício na altaneira cidade (?) de Thomar.

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  4. Eh eh deve ter tomado uma das primeiras doses de pau de cabinda dos Descobrimentos.

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  5. Não sei se o anónimo inicial é o maldizente do costume ou se é um recém-chegado. Ele é tão anónimo quanto o seguinte ou quanto eu sou.
    Acontece que ele tem carradas de razão. O apelo à visita ao monumento histórico “convento de Cristo” feito com base em referências bocais reveladoras de uma moral sexual básica e pimba são bem reveladoras da capacidade cultural de quem as faz e da que pressupõem que o público visitante pode ter.
    É de facto deprimente, estarmos ainda aí.
    Já o anónimo seguinte também é interessante, pelo que revela.
    Em Tomar é quase proibido falar mal de Tomar. Podem-se expressar as mais básicas ordinarices, mas, se são de Tomar ou referentes a Tomar não se pode “dizer mal”. Porque para eles, toda a referência crítica, ou é apologética ou é a “dizer mal”. É o mais que conseguem discernir. E quem se atreve, só pode ser um maldizente mais ou menos do costume.
    Mas eu dou-lhe/vos uma dica, uma outra prespectiva de leitura histórica.
    O esqueleto daquele cavalheiro que morreu com a picha tesa (sabiam que no Alentejo se diz que quem der uma “queca a uma cigana morre com a picha tesa?[1]) é muito mais revelador da nossa história do que estas menções poderiam indiciar.
    De facto a inquisição foi um instrumento, a par de outros, que foi muito eficaz na repressão do livre pensamento e da livre crítica. E todos nós sabemos que os países do norte da Europa de matriz protestante beneficiaram imenso da ausência de inquisição.
    Um dos modos como essa limitação cultural ainda nos atinge é precisamente neste provincianismozinho que procura por a salvo que qualquer referência crítica aquilo que é de nós.
    Fazer uma referência crítica, naturalmente com elevação, é muito mau se for sobre nós.
    Reduzir a nossa história a episódios culturais pimbas… tudo bem.

    [1]é só para mostrar que também sei ordinarices. Conheço o mundo “cultural” em que chafurdam.

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  6. Mas qual sinistra qual carapuça!!! Labrego é vossa senhoria por vir aqui fazer considerandos deselegantes!!

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    1. Os considerandos são delegantes porquê? Uma personagem que foi do tribunal da inquisição, que condenou à fogueira centenas de conterrâneos, não é sinistra? Os tomarenses em geral não são provincianos, labregos e limitados em termos cabeçais?
      Claro que também sou lagrega, provinciana e limitada da cabeça, porque também sou tomarense. Só que eu tenho consciência dessas minhas caraterísticas, ao contrário do que acontece quase sempre.

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    2. A sua alusão emotiva à história é algo primária. Quanto à limitação "cabeçal" nem a vou contrariar.. deve ser por isso que o Ministério da saúde escolheu Tomar para instalar um Serviço de Psiquiatria.

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    3. Eu bem disse no comentário anterior: ..."ao contrário do que acontece quase sempre." Não há um espelho grande na sua casa? Então aproveite e enxergue-se em vez de debitar insanidades edm catadupa.

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  7. Sinceramente, não sei como vocês conseguem de uma simples frase "Mas há outra história, mais apimentada, que não consta dos livros" ir buscar um rol de preconceitualidade, tanto na critica como na reactiva ... Enfim...

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  8. Do que decorre acima é notório o desconforto que alguns anónimos parecem demonstrar pela tesão da "MÚMIA"... Tratem-se!

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  9. Porque não se juntam todos num café e discutem em particular as palavras
    demonstrativas de falta de respeito por vós proprios e deixam de dar em publico esta demonstração de agressão verbal?

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    1. Falta de respeito? Demonstração de agressão verbal?
      Você parece um candidato frustrado a polícia dos costumes.
      Deus nos livre de gente assim!

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  10. Deixem lá a pixa do homem e não se metam na venda da gaita

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