quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Joaquim Patrício, o comandante esquecido

A atribuição da Medalha de Ouro da Cidade ao ex-comandante dos Bombeiros de Tomar, Manuel Mendes, está a suscitar uma discussão à volta da atribuição de medalhas e outras condecorações.
A Câmara vai atribuir, no dia 1 de março, feriado municipal, a Medalha de Ouro da Cidade ao anterior comandante dos bombeiros, a António Antunes da Silva (Toneca) a título póstumo), ao grupo Quinta do Bill e ao centenário café Paraíso.
No facebook, o neto de Joaquim Patrício, ex-comandante dos bombeiros, vem levantar a questão do critério de atribuição de medalhas.
António Pedro Patrício Costa considera “injusto” a autarquia de Tomar “esquecer quem de melhor deu e foi”. Na sua opinião, Joaquim Patrício “deixou um legado nos Bombeiros Municipais de Tomar muitíssimo importante e invejável”.
“Como neto, como cidadão tomarense que gosta desta terra, acho tremendamente injusto e inqualificável que exista reconhecimentos a alguns e não exista reconhecimentos a outros. É injusto não reconhecer o trabalho, o esforço, a dedicação, a vida...a toda a causa que se faz por uma das causas mais nobres: que é ser bombeiro”, afirma  António Pedro Patrício Costa sobre o seu avô, Joaquim Patrício, que comandou os bombeiros de Tomar antes de Manuel Mendes e depois de Mário Silva. A este último, já falecido, a Câmara atribuiu o nome de uma rotunda na cidade, junto à igreja de Santa Maria do Olival.

1 comentário:

  1. O poderzito é mesmo assim> esquece aqueles que n\ao se acomodam e projetam mais longe a sua grandiosidade de Tomarenses. Os arrivistas, e os tomaristas, sao merecem senao desprezo. Depois desta fase negra, Tomar voltara a ser grande. Felicidades Joaquim Patricio es um Primor!

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