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| Lhuda nasceu em Zolotonosha, perto da capital Kiev |
Apesar da longa distância entre Portugal e Ucrânia, Lhuda tem acompanhado diariamente os acontecimentos do seu país. "Chego a casa e a primeira coisa que faço é ver a página de facebook EuroMaydan", explica a jovem ucraniana que diz não ter confiança nas notícias das grandes cadeias de televisão. Lhuda diz que a informação que lhe chega através das redes sociais "falam de coisas verdadeiras" ao contrário dos canais russos que "trocam tudo".
Lhuda tem muitos familiares que vivem na Ucrânia, e sente-se preocupada com o seu irmão que vive na capital, que tem sido palco de grandes manifestações. Felizmente Lhuda tem conseguido falar com o seu irmão todos os dias pelo Skype, mas conta que "ele já não vai trabalhar desde dia 18", por causa dos protestos.
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| Protestos na Praça da Independência, Kiev. Foto: Serguei Supinksky /AFP |
A última vez que Lhuda esteve na Ucrânia foi em 2007, e tinha planos para voltar lá novamente este ano. A jovem ucraniana confessa ter muitas saudades da Ucrânia, mas reconhece que a sua vida já está estabilizada em Tomar. Contudo, agora deseja que esta situação se resolva pacificamente e que depois a "Ucrânia possa entrar na União Europeia".
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