A comissão de credores da Prado Karton (fábrica de papel do Prado) reuniu ontem em Lisboa e concordou com a venda da fábrica na globalidade pelo valor base de 3,6 milhões de euros.
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quarta-feira, 31 de outubro de 2018
sexta-feira, 28 de setembro de 2018
Sem abrigo pernoita nas arcadas da câmara de Tomar (c/ vídeo)
Há pelo menos mês e meio que Manuel Ferreira, sem abrigo de 50 anos, passa as noites nas arcadas da câmara de Tomar.
sábado, 14 de julho de 2018
Trabalhadores da fábrica de papel do Prado reúnem em plenário
Cerca de um ano depois do encerramento da fábrica de papel do Prado em Tomar, os trabalhadores reuniram em plenário no dia 13 de julho no refeitório da fábrica.
domingo, 11 de março de 2018
Uma dezena de propostas de trabalho na região de Tomar
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| Foto de Vitor Oliveira publicada no facebook |
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
Número da semana: 1097
Os dados oficiais do Instituto de Emprego e Formação Profissional revelam que, no concelho de Tomar, existem 1097 desempregados, dados referentes a setembro.
sexta-feira, 30 de junho de 2017
O fim do império industrial de Tomar
Hoje é o último dia de funcionamento da fábrica de papel do Prado, em Tomar. Mais do que o fecho de uma empresa, o encerramento da Prado Karton representa o fim da grande indústria tomarense. É a morte anunciada do último bastião depois do fecho da Matrena, Fábrica de Fiação, Porto de Cavaleiros, Mendes Godinho e outras.
terça-feira, 27 de junho de 2017
Mais propostas de trabalho
- A churrasqueira R. dos Frangos, na rua de S. Gião em Tomar, precisa de dois colaboradores. Os interessados devem enviar mensagem privada para o perfil de facebook de Simões Borges.
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Auto Ideal do Nabão em processo de insolvência
A enfrentar dificuldades nos últimos anos, a empresa Auto Ideal do Nabão - Automóveis e Acessórios entrou em processo de insolvência.
O tribunal de Santarém declarou a empresa insolvente no dia 22 de abril e já nomeou o administrador da insolvência, Emanuel Freire Torres Gamelas, de Alfragide.
Atualmente os principais credores são o fisco, bancos e segurança social.
A assembleia de credores para apreciação do relatório que o administrador da insolvência vai escrever está marcada para dia 14 de junho. Nesse dia, das duas uma, ou é aprovado um eventual plano de viabilização ou é declarada insolvência definitiva e procede-se à liquidação do património da empresa para pagamento dos créditos.
Recorde-se que já em janeiro de 2014 a empresa acionou um 'Processo Especial de Revitalização'. Nessa altura os cerca de 50 credores aprovaram um acordo com a empresa que garantia a sua viabilização. Um “balão de oxigénio” que durou pouco mais de dois anos.
A empresa tem instalações no Alvito, estrada de Coimbra, nos arredores de Tomar.
Críticas e sugestões podem ser enviadas para:
Também pode comentar no link abaixo (comentários) ou no facebook
terça-feira, 19 de maio de 2015
A segunda falência da Matrena
Quase 20 anos depois da falência da Matrena - Sociedade Industrial de Papéis S.A., faliu também a empresa que lhe sucedeu, a Fábrica de Papéis do Nabão.
O processo de insolvência está a decorrer na secção de comércio do tribunal de Santarém e tem prevista uma assembleia de credores para esta quarta feira, dia 20.
A Fábrica de Papéis do Nabão, que explorava a antiga fábrica de papel da Matrena, apresentou o pedido de insolvência depois de os credores terem rejeitado o ‘Processo Especial de Revitalização’ que a empresa apresentara poucos meses antes.
Durante quase uma década a fábrica funcionou de forma mais artesanal até 2013, altura em que o dono morreu esmagado por uma das máquinas.
Quanto ao destino das instalações cabe agora aos credores decidir.
A Fábrica de Papel de Matrena foi inaugurada em 1900 e até meados dos anos 90 foi uma das mais importantes fábricas de papel do país, chegando a ter cerca de mil funcionários.
O processo de insolvência está a decorrer na secção de comércio do tribunal de Santarém e tem prevista uma assembleia de credores para esta quarta feira, dia 20.
A Fábrica de Papéis do Nabão, que explorava a antiga fábrica de papel da Matrena, apresentou o pedido de insolvência depois de os credores terem rejeitado o ‘Processo Especial de Revitalização’ que a empresa apresentara poucos meses antes.
Durante quase uma década a fábrica funcionou de forma mais artesanal até 2013, altura em que o dono morreu esmagado por uma das máquinas.
Quanto ao destino das instalações cabe agora aos credores decidir.
A Fábrica de Papel de Matrena foi inaugurada em 1900 e até meados dos anos 90 foi uma das mais importantes fábricas de papel do país, chegando a ter cerca de mil funcionários.
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Quem quer comprar a Unimármores?
Cerca de cinco anos após a declaração de insolvência, a empresa Unimármores, de Tomar, ainda tem património em leilão para liquidação de dívidas.
A Leiloeira do Lena publicou mais um anúncio de venda das instalações da empresa situadas no Alto da Venda Nova, freguesia de Casais. Com uma área aproximada de 6 mil m2 dos quais metade cobertos, a fábrica de mármores está à venda por um valor mínimo de 252 mil e 200 euros.
Recorde-se que no leilão realizado nas próprias instalações em dezembro de 2011 a proposta mais alta apresentada foi de 140 mil euros e nessa altura o preço base era de 763 mil e 400 euros.
Desta vez o leilão é feito através de propostas em carta fechada até dia 15 de maio.
A Unimármores (Eurico de Oliveira Cardoso, Lda.) chegou a ter 30 empregados mas não resistiu à crise e fechou com dívidas superiores a 5 milhões de euros.
Anúncio do leilão
A Leiloeira do Lena publicou mais um anúncio de venda das instalações da empresa situadas no Alto da Venda Nova, freguesia de Casais. Com uma área aproximada de 6 mil m2 dos quais metade cobertos, a fábrica de mármores está à venda por um valor mínimo de 252 mil e 200 euros.
Recorde-se que no leilão realizado nas próprias instalações em dezembro de 2011 a proposta mais alta apresentada foi de 140 mil euros e nessa altura o preço base era de 763 mil e 400 euros.
Desta vez o leilão é feito através de propostas em carta fechada até dia 15 de maio.
A Unimármores (Eurico de Oliveira Cardoso, Lda.) chegou a ter 30 empregados mas não resistiu à crise e fechou com dívidas superiores a 5 milhões de euros.
Anúncio do leilão
terça-feira, 7 de abril de 2015
Ex-trabalhadores da empresa João Salvador já receberam parte dos créditos
Quase seis anos após ser decretada a falência da empresa de construção civil João Salvador, de Tomar, os trabalhadores receberam 70 por cento dos seus créditos, avança o jornal O Mirante.
No sábado, dia 4, quase 300 trabalhadores juntaram-se num restaurante em S. Lourenço para receberem o respetivo cheque.
Quando fechou portas, em agosto de 2009, a empresa devia quatro meses de ordenado à maior parte dos trabalhadores, além do 13.º mês e dos subsídios de férias de 2008 e 2009.
As dívidas globais da construtora ascendiam a 27 milhões de euros.
No sábado, dia 4, quase 300 trabalhadores juntaram-se num restaurante em S. Lourenço para receberem o respetivo cheque.
Quando fechou portas, em agosto de 2009, a empresa devia quatro meses de ordenado à maior parte dos trabalhadores, além do 13.º mês e dos subsídios de férias de 2008 e 2009.
As dívidas globais da construtora ascendiam a 27 milhões de euros.
sexta-feira, 6 de março de 2015
O ‘milagre’ do emprego em Tomar
Quem analise as estatísticas do desemprego poderá ficar intrigado com a quebra do desemprego a nível nacional e também a nível local.
Segundo os dados oficiais do IEFP, Tomar começou o ano de 2014 com 1954 desempregados e terminou com 1230. Ou seja, segundo estes dados, durante o ano passado houve uma redução de 724 desempregados, cerca de 37 por cento. (percentagem corrigida)
É certo que em janeiro deste ano, o número de desempregados voltou a subir fixando-se nos 1449. Mas quem conhece a realidade económica de Tomar não deixa de estranhar estes números. Os sindicatos já têm denunciado a manipulação que o IEFP faz da estatística. Até porque não entram na contagem os desempregados que estão a frequentar cursos de formação ou em programas ocupacionais.
Mas se os números forem reais estamos perante um verdadeiro “milagre” económico em Tomar. Acredite quem quiser!
Segundo os dados oficiais do IEFP, Tomar começou o ano de 2014 com 1954 desempregados e terminou com 1230. Ou seja, segundo estes dados, durante o ano passado houve uma redução de 724 desempregados, cerca de 37 por cento. (percentagem corrigida)
É certo que em janeiro deste ano, o número de desempregados voltou a subir fixando-se nos 1449. Mas quem conhece a realidade económica de Tomar não deixa de estranhar estes números. Os sindicatos já têm denunciado a manipulação que o IEFP faz da estatística. Até porque não entram na contagem os desempregados que estão a frequentar cursos de formação ou em programas ocupacionais.
Mas se os números forem reais estamos perante um verdadeiro “milagre” económico em Tomar. Acredite quem quiser!
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Opções do plano e orçamento fazem retrato negro de Tomar
O mais importante documento da Câmara de Tomar, disponível no site oficial, traça um retrato negro do concelho de Tomar.
Segundo as “grandes opções do plano e orçamento para 2015”, Tomar tem uma das taxas de envelhecimento mais elevadas do País e uma taxa bruta de natalidade (5,5), das mais baixas do País. Os dados são de 2013 mas não estarão longe da realidade atual.
Nos relatórios sobre Qualidade de Vida nos Municípios Portugueses, de 2007, em 278 Concelhos, Tomar estava na 99.ª posição. Em 2009, desceu para a posição 130.ª. No ano de 2012, desceu ainda mais para a posição 206.ª, num total de 308 concelhos.
No referido documento refere-se ainda que Tomar revela “uma crescente incapacidade de captação de fluxos migratórios” e um “intenso processo de envelhecimento populacional”.
Quanto ao problema do desemprego, entre os 21 concelhos do distrito de Santarém, Tomar continua a ser o terceiro com maior número de desempregados.
Transcrevemos trechos do documento onde se faz um diagnóstico negativa da atual situação do concelho de Tomar:
“(…) Desde logo ganham relevo a evolução negativa dos indicadores demográficos, que levaram a que Tomar tenha na última década e meia atingido uma das taxas de envelhecimento mais elevadas do País (211,6 em 2013), só suplantado pelos Concelhos de Portel, Aljustrel, Ansião, Abrantes e Fronteira. Também a considerar o saldo migratório anual, onde em 2013 o Concelho de Tomar foi também o sexto pior do País, com a perda de 265 habitantes, só suplantado pelos Concelhos de Vila Real, Póvoa do Varzim, Abrantes, Albufeira e Viseu. Não é ainda descabido podermos olhar para a Taxa bruta de natalidade (5,5), que foi em 2013 das mais baixas do País (com a média de 7,9), inferior à da região centro (média de 6,9) e mesmo em relação à sub-região do Médio Tejo (média de 6,6).
No Distrito de Santarém, só mesmo Mação (3,6), Sardoal (3,9), Ferreira do Zêzere (5,0) e Chamusca (5,5), têm taxas de natalidade brutas iguais ou inferiores.
O Médio Tejo, onde se insere o Concelho de Tomar, está entre as 13 NUTS III do país com maior decréscimo populacional no período intercensitário (-2,4%) enquanto o Pinhal Interior Sul é a terceira região do país com maior perda populacional (-9,1%) e a região onde se verificam as maiores incapacidades de reposição da população pela via natural (-11,6%). Embora se apresentem como territórios atrativos (2001-2010), com exceção de Abrantes, Tomar, Vila Nova da Barquinha, revelam uma crescente incapacidade de captação de fluxos migratórios. A agravar a problemática demográfica vivenciada por estas regiões, está o intenso processo de envelhecimento populacional verificado entre 2001-2011, traduzido no aumento dos índices de dependência de idosos e no estreitamento da representatividade da população jovem e ativa.
Na População residente por Municípios, o Concelho de Tomar perde igualmente população.
É expectável que o agravamento da situação económica e financeira nacional se tenha feito sentir também em Tomar, acentuando o desaparecimento das microempresas e, em consequência, provocando o desaparecimento de postos de trabalho e a redução do pessoal ao serviço. O número de desempregados inscritos nos centros de emprego aponta nesse sentido.
O Desemprego Registado por Concelho — Estatísticas Mensais, do IEFP, de agosto de 2014, apontava para 1 900 desempregados, no Concelho de Tomar. Ou seja, continua a ser o terceiro Concelho do Distrito de Santarém, a seguir a Santarém (2 690) e Abrantes (2 406).
Nos Relatórios sobre Qualidade de Vida nos Municípios Portugueses, de 2007, em 278 Concelhos, encontrava-se na 99.ª posição. No ano de 2009, na posição 130.ª . No ano de 2012, na posição de 206, num total de 308 Concelhos.”
Segundo as “grandes opções do plano e orçamento para 2015”, Tomar tem uma das taxas de envelhecimento mais elevadas do País e uma taxa bruta de natalidade (5,5), das mais baixas do País. Os dados são de 2013 mas não estarão longe da realidade atual.
Nos relatórios sobre Qualidade de Vida nos Municípios Portugueses, de 2007, em 278 Concelhos, Tomar estava na 99.ª posição. Em 2009, desceu para a posição 130.ª. No ano de 2012, desceu ainda mais para a posição 206.ª, num total de 308 concelhos.
No referido documento refere-se ainda que Tomar revela “uma crescente incapacidade de captação de fluxos migratórios” e um “intenso processo de envelhecimento populacional”.
Quanto ao problema do desemprego, entre os 21 concelhos do distrito de Santarém, Tomar continua a ser o terceiro com maior número de desempregados.
Transcrevemos trechos do documento onde se faz um diagnóstico negativa da atual situação do concelho de Tomar:
“(…) Desde logo ganham relevo a evolução negativa dos indicadores demográficos, que levaram a que Tomar tenha na última década e meia atingido uma das taxas de envelhecimento mais elevadas do País (211,6 em 2013), só suplantado pelos Concelhos de Portel, Aljustrel, Ansião, Abrantes e Fronteira. Também a considerar o saldo migratório anual, onde em 2013 o Concelho de Tomar foi também o sexto pior do País, com a perda de 265 habitantes, só suplantado pelos Concelhos de Vila Real, Póvoa do Varzim, Abrantes, Albufeira e Viseu. Não é ainda descabido podermos olhar para a Taxa bruta de natalidade (5,5), que foi em 2013 das mais baixas do País (com a média de 7,9), inferior à da região centro (média de 6,9) e mesmo em relação à sub-região do Médio Tejo (média de 6,6).
No Distrito de Santarém, só mesmo Mação (3,6), Sardoal (3,9), Ferreira do Zêzere (5,0) e Chamusca (5,5), têm taxas de natalidade brutas iguais ou inferiores.
O Médio Tejo, onde se insere o Concelho de Tomar, está entre as 13 NUTS III do país com maior decréscimo populacional no período intercensitário (-2,4%) enquanto o Pinhal Interior Sul é a terceira região do país com maior perda populacional (-9,1%) e a região onde se verificam as maiores incapacidades de reposição da população pela via natural (-11,6%). Embora se apresentem como territórios atrativos (2001-2010), com exceção de Abrantes, Tomar, Vila Nova da Barquinha, revelam uma crescente incapacidade de captação de fluxos migratórios. A agravar a problemática demográfica vivenciada por estas regiões, está o intenso processo de envelhecimento populacional verificado entre 2001-2011, traduzido no aumento dos índices de dependência de idosos e no estreitamento da representatividade da população jovem e ativa.
Na População residente por Municípios, o Concelho de Tomar perde igualmente população.
É expectável que o agravamento da situação económica e financeira nacional se tenha feito sentir também em Tomar, acentuando o desaparecimento das microempresas e, em consequência, provocando o desaparecimento de postos de trabalho e a redução do pessoal ao serviço. O número de desempregados inscritos nos centros de emprego aponta nesse sentido.
O Desemprego Registado por Concelho — Estatísticas Mensais, do IEFP, de agosto de 2014, apontava para 1 900 desempregados, no Concelho de Tomar. Ou seja, continua a ser o terceiro Concelho do Distrito de Santarém, a seguir a Santarém (2 690) e Abrantes (2 406).
Nos Relatórios sobre Qualidade de Vida nos Municípios Portugueses, de 2007, em 278 Concelhos, encontrava-se na 99.ª posição. No ano de 2009, na posição 130.ª . No ano de 2012, na posição de 206, num total de 308 Concelhos.”
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Tomar perde dois bancos em 10 dias
O número de balcões de entidades bancárias em Tomar não para de reduzir. A 23 de janeiro encerrou a agência do Barclays na rua de Coimbra que existia na cidade desde 2006.
Ontem (dia 2) foi a vez de fechar definitivamente o balcão do BANIF também na rua de Coimbra. Dois bancos que deixaram de ter qualquer representação em Tomar. Os clientes são encaminhados para Torres Novas ou Ourém no caso do BANIF e para Torres Novas no caso do Barclays.
Agora, na zona da rotunda do Bonjardim, onde chegou a haver quatro bancos num raio de poucos metros, só resta um, o Popular. Do lado oposto deste banco funcionou o Montepio (antes Finibanco) que também encerrou em 2014 concentrando os serviços na agência da Alameda Um de Março.
Em junho de 2014 fechou o balcão Templários do BPI na rua coronel Garcês Teixeira (estrada da Serra) passando a haver apenas a representação do BPI na av. Cândido Madureira.
A 23 de dezembro encerou a agência do Millennium BCP da Alameda Um de Março, em frente ao centro comercial Templários. Os serviços e funcionários foram integrados na agência da rua Major Ferreira do Amaral.
A Caixa Geral de Depósitos também fechou em 2014 a agência que funcionava na Alameda Um de Março.
Ou seja, num ano deixaram de existir seis balcões bancários em Tomar, um facto ao qual não será alheia a crise e a falta de dinâmica económica em Tomar.
Ontem (dia 2) foi a vez de fechar definitivamente o balcão do BANIF também na rua de Coimbra. Dois bancos que deixaram de ter qualquer representação em Tomar. Os clientes são encaminhados para Torres Novas ou Ourém no caso do BANIF e para Torres Novas no caso do Barclays.
Agora, na zona da rotunda do Bonjardim, onde chegou a haver quatro bancos num raio de poucos metros, só resta um, o Popular. Do lado oposto deste banco funcionou o Montepio (antes Finibanco) que também encerrou em 2014 concentrando os serviços na agência da Alameda Um de Março.
Em junho de 2014 fechou o balcão Templários do BPI na rua coronel Garcês Teixeira (estrada da Serra) passando a haver apenas a representação do BPI na av. Cândido Madureira.
A 23 de dezembro encerou a agência do Millennium BCP da Alameda Um de Março, em frente ao centro comercial Templários. Os serviços e funcionários foram integrados na agência da rua Major Ferreira do Amaral.
A Caixa Geral de Depósitos também fechou em 2014 a agência que funcionava na Alameda Um de Março.
Ou seja, num ano deixaram de existir seis balcões bancários em Tomar, um facto ao qual não será alheia a crise e a falta de dinâmica económica em Tomar.
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Desemprego não diminui em Tomar
As estatísticas oficiais revelam que desde há um ano para cá o desemprego em Tomar não baixa. Apesar das centenas de tomarenses que emigraram nos últimos tempos e dos programas ocupacionais para desempregados que não entram para a estatística os números continuam praticamente iguais há um ano.
Segundo os dados mais recentes do Instituto do Emprego e Formação Profissional, referentes a julho, em Tomar existem 1955 desempregados, dos quais 304 têm curso superior. Um ano atrás eram 1993 no total. Estes números pecam por defeito porque não incluem os desempregados que estão a frequentar cursos de formação ou que estão em programas ocupacionais.
Número de desempregados no distrito (julho 2014)
ABRANTES - 2 311
ALCANENA - 429
ALMEIRIM - 1 153
ALPIARÇA - 387
BENAVENTE - 1 680
CARTAXO - 1 099
CHAMUSCA - 391
CONSTÂNCIA - 240
CORUCHE - 911
ENTRONCAMENTO - 857
FERREIRA DO ZÊZERE - 270
GOLEGÃ - 195
MAÇÃO - 273
OURÉM - 1 641
RIO MAIOR - 818
SALVATERRA DE MAGOS - 1 214
SANTARÉM - 2 794
SARDOAL - 207
TOMAR - 1 955
TORRES NOVAS - 1 425
VILA NOVA DA BARQUINHA - 278
Segundo os dados mais recentes do Instituto do Emprego e Formação Profissional, referentes a julho, em Tomar existem 1955 desempregados, dos quais 304 têm curso superior. Um ano atrás eram 1993 no total. Estes números pecam por defeito porque não incluem os desempregados que estão a frequentar cursos de formação ou que estão em programas ocupacionais.
Número de desempregados no distrito (julho 2014)
ABRANTES - 2 311
ALCANENA - 429
ALMEIRIM - 1 153
ALPIARÇA - 387
BENAVENTE - 1 680
CARTAXO - 1 099
CHAMUSCA - 391
CONSTÂNCIA - 240
CORUCHE - 911
ENTRONCAMENTO - 857
FERREIRA DO ZÊZERE - 270
GOLEGÃ - 195
MAÇÃO - 273
OURÉM - 1 641
RIO MAIOR - 818
SALVATERRA DE MAGOS - 1 214
SANTARÉM - 2 794
SARDOAL - 207
TOMAR - 1 955
TORRES NOVAS - 1 425
VILA NOVA DA BARQUINHA - 278
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Mais duas empresas de Tomar abrem falência
Durante a semana passada deram entrada no tribunal de Tomar dois pedidos de insolvência de empresas. O pronto-a-vestir Noel, conhecida loja de roupa situada na Corredoura, não resistiu à crise e perante o acumular de dívidas, os seus responsáveis avançaram para a insolvência. Fisco, segurança social e fornecedores de roupa são os credores.
Outra empresa, esta ligada à construção civil, a Sidestel - Sociedade Industrial de Escavações e Terraplanagens, pertencente ao grupo João Salvador, foi alvo de um pedido de insolvência por parte do Banco Popular.
No caso do pronto-a-vestir Noel já está marcada a assembleia de credores para dia 3 de outubro mas será realizada na Instância Central - Secção de Comércio de Santarém, situada na antiga Escola Prática de Cavalaria.
Já que falamos na crise e nas dificuldades das empresas, registo para o encerramento da churrasqueira Mendes, há cerca de dois meses, na Linhaceira.
Outra empresa, esta ligada à construção civil, a Sidestel - Sociedade Industrial de Escavações e Terraplanagens, pertencente ao grupo João Salvador, foi alvo de um pedido de insolvência por parte do Banco Popular.
No caso do pronto-a-vestir Noel já está marcada a assembleia de credores para dia 3 de outubro mas será realizada na Instância Central - Secção de Comércio de Santarém, situada na antiga Escola Prática de Cavalaria.
Já que falamos na crise e nas dificuldades das empresas, registo para o encerramento da churrasqueira Mendes, há cerca de dois meses, na Linhaceira.
sexta-feira, 25 de julho de 2014
Quem quer fazer flores para os tabuleiros?
O centro de emprego de emprego está a recrutar pessoas desempregadas para a confeção de flores para a Festa dos Tabuleiros a realizar em julho de 2015.
Só se podem candidatar as pessoas que estiverem a receber o subsídio de desemprego ou o rendimento social de inserção, com a vantagem de receberem mais alguns apoios.
Para estes contratos emprego-inserção estão abertas “muitas vagas” no Centro de Emprego de Tomar.
Só se podem candidatar as pessoas que estiverem a receber o subsídio de desemprego ou o rendimento social de inserção, com a vantagem de receberem mais alguns apoios.
Para estes contratos emprego-inserção estão abertas “muitas vagas” no Centro de Emprego de Tomar.
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Trabalhadores da Porto de Cavaleiros receberam 14 anos depois
Foi preciso esperar 14 anos para que os antigos trabalhadores da fábrica de papel de Porto de Cavaleiros, em Tomar, recebessem uma parte dos créditos a que têm direito no processo de insolvência da empresa.
Para a tarde desta quinta feira, dia 5, foram convocados os 128 trabalhadores ou familiares, no caso dos que já faleceram, para receberem parte do dinheiro que lhes era devido.
Em grupos foram entrando numa sala da antiga junta de Santa Maria dos Olivais onde o administrador da insolvência juntamente com a comissão de credores ia entregando os respetivos cheques. Apesar das quantias em causa não serem significativas, era com um sorriso estampado na cara que os trabalhadores saíam com o cheque na mão.
O valor global dos créditos dos trabalhadores rondava os 128 mil euros pelo que, a média que cada um recebeu, anda a volta dos mil euros.
Inaugurada em 1882, a Porto de Cavaleiros, que chegou a empregar mais de 200 pessoas, faliu no ano 2000 devido a dívidas de vários milhões de euros.
As instalações situadas na antiga freguesia da Pedreira, junto ao rio Nabão, estão degradadas e vandalizadas, o que levou a que fosse colocada uma vedação no perímetro da fábrica.
Em 2007 a Caixa Geral de Depósitos, principal credora, comprou as instalações e está agora a apoiar um projeto de aquacultura (viveiros de peixes) para o local.
Para a tarde desta quinta feira, dia 5, foram convocados os 128 trabalhadores ou familiares, no caso dos que já faleceram, para receberem parte do dinheiro que lhes era devido.
Em grupos foram entrando numa sala da antiga junta de Santa Maria dos Olivais onde o administrador da insolvência juntamente com a comissão de credores ia entregando os respetivos cheques. Apesar das quantias em causa não serem significativas, era com um sorriso estampado na cara que os trabalhadores saíam com o cheque na mão.
O valor global dos créditos dos trabalhadores rondava os 128 mil euros pelo que, a média que cada um recebeu, anda a volta dos mil euros.
Inaugurada em 1882, a Porto de Cavaleiros, que chegou a empregar mais de 200 pessoas, faliu no ano 2000 devido a dívidas de vários milhões de euros.
As instalações situadas na antiga freguesia da Pedreira, junto ao rio Nabão, estão degradadas e vandalizadas, o que levou a que fosse colocada uma vedação no perímetro da fábrica.
Em 2007 a Caixa Geral de Depósitos, principal credora, comprou as instalações e está agora a apoiar um projeto de aquacultura (viveiros de peixes) para o local.
terça-feira, 15 de abril de 2014
Ex-trabalhadores da Porto de Cavaleiros recebem créditos 14 anos depois
| A fábrica faliu no ano 2000 |
Segundo uma informação enviada pela União de Sindicatos de Santarém os pagamentos vão ser feitos no início do mês de maio com a data e local a definir e em alguns casos serão os herdeiros a receber o dinheiro uma vez que alguns ex-trabalhadores já morreram.
Neste caso os herdeiros devem apresentar prova (cópia de certidão de herdeiros), na Casa Sindical de Torres Novas até ao próximo dia 30 de abril.
Inaugurada em 1882, a Porto de Cavaleiros, que chegou a empregar mais de 200 pessoas, faliu no ano 2000 devido a dívidas de vários milhões de euros.
A fábrica situa-se na freguesia da Pedreira, em Tomar, junto ao rio Nabão. As instalações, degradadas e vandalizadas, foram compradas em 2007 pela Caixa Geral de Depósitos, a principal credora.
Take da agência Lusa
Trabalhadores da Porto Cavaleiros vão receber créditos 14 anos depois da insolvência
quarta-feira, 5 de março de 2014
Tomar tem quase 2 mil desempregados
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