Mostrar mensagens com a etiqueta 25 de Abril. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 25 de Abril. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 24 de abril de 2018

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Otelo libertado do presídio de Tomar há 28 anos

Depois de cinco anos de prisão por estar implicado no caso FUP-FP25, Otelo Saraiva de Carvalho foi libertado da Casa de Reclusão de Tomar a 17 de maio de 1989.

terça-feira, 25 de abril de 2017

25 de Abril: veja como era Tomar há 43 anos

Três dias depois do 25 de Abril de 1974, a RTP esteve em Tomar e recolheu imagens da cidade e de algumas manifestações.
Observam-se vários planos gerais das ruas da cidade, o ambiente num café (Diogo e Duque), manifestantes a percorrerem as ruas com cartazes a dizer "não ao aumento do custo vida" e "extinção da PIDE-DGS", etc.
Nessa altura estava em construção o primeiro prédio da Alameda Um de Março, artéria onde ainda existia a antiga cerâmica Prista.
O documentário (sem som) faz parte dos arquivos da RTP.

Banda Nabantina presta tributo a Zeca Afonso

Neste feriado de 25 de Abril, realiza-se pelas 17 horas no Cineteatro Paraíso um espetáculo Tributo a Zeca Afonso, pela banda da Sociedade Nabantina com os convidados Tuna Templária e La Fontinha.
Cada bilhete custa três euros.

terça-feira, 7 de março de 2017

Documentário inédito mostra Tomar no 25 de Abril

Nos seus 60 anos, a RTP disponibilizou online centenas de reportagens, documentários e programas. Entre os vários documentos filmados onde surge Tomar, estão imagens inéditas da cidade três dias após o 25 de Abril de 1974.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Autarcas pagos para comemorar o 25 de Abril?

Opinião

Várias autarquias do país, incluindo a de Tomar, marcam sessões da assembleia municipal para o dia 25 de Abril com o pretexto da comemoração da data, sendo os autarcas pagos com senhas de presença. Os que moram fora de Tomar também recebem ajudas de custo e subsídio de transporte, como é o caso de Luís Ferreira (PS) que informa como residência a vila da Nazaré.
No caso de Tomar, em cada sessão da assembleia municipal, o presidente tem direito a uma senha de presença de 103,01 euros, os secretários 85,84 euros e os restantes membros a uma senha de presença de 68,67 euros.
De acordo com a lei também os vereadores que não se encontrem em regime de permanência (em Tomar, PSD (2), Independentes (1) e CDU (1)) têm o direito às senhas de presença (68,67 euros).
Feitas as contas, só em senhas de presença a autarquia gasta mais de 2.500 euros por cada sessão. Se a este valor acrescentarmos as ajudas de custo e o subsídio de transporte para quem mora fora de Tomar e o subsídio dado à rádio Hertz para a transmissão da reunião pela internet, cada sessão implica um custo que ronda os 5 mil euros.
Desde que a atual maioria PS/CDU tomou posse, a assembleia tem marcado uma sessão designada “temática” para o dia 25 de Abril. E assim, os eleitos que participam nessa sessão comemorativa da revolução dos cravos recebem a tal senha de presença e as outras regalias já referidas.
Sendo certo que a lei define esses pagamentos e mesmo tendo em conta que há outros municípios onde há sessões da assembleia comemorativas do 25 de Abril, questiona-se: é ético os autarcas serem pagos para comemorarem aquela data?
Não era suposto uma participação por iniciativa individual sem ser a troco de uma senha de presença?
Não seria bonito os autarcas prescindirem desse dinheiro e oferecerem um beberete à população de Tomar? Sim, porque 5 mil euros dá para muitos porcos no espeto. E o 25 de Abril devia ser a festa do povo e para o povo.
Foi triste ver, no dia 25 de Abril, o salão nobre dos Paços do Concelho sem a presença da população e assistir a uma sucessão de discursos repetidos com os autarcas virados para o seu umbigo.
                                                                         Manuel da Silva

domingo, 24 de abril de 2016

Assembleia Municipal comemora 25 de Abril

A Assembleia Municipal de Tomar tem neste dia feriado uma reunião temática destinada a comemorar a revolução do 25 de Abril. A partir das 10 horas reúnem no salão nobre dos Paços do Concelho os eleitos da câmara e da assembleia numa sessão aberta a todo o público em geral.
Intervêm os representantes de todos os partidos e grupos políticos representados na assembleia (máximo cinco minutos cada), o presidente deste órgão e a presidente da câmara.
Há ainda um apontamento cultural a abrir e a fechar a sessão.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Espetáculo comemorativo do 25 de Abril em Tomar


Nesta sexta feira, dia 22, realiza-se em Tomar o espetáculo “Canta-me como foi… no teatro” com a participação da Tuna Sabes Cantar e Universidade Sénior de Tomar.
É a partir das 21.30 horas no cine-teatro Paraíso.
As entradas são livres.


domingo, 10 de abril de 2016

Quinta do Bill atuam no Porto nas comemorações do 25 de abril

Os Quinta do Bill, banda fundada em Tomar em 1987, vão atuar na avenida dos Aliados no Porto durante as festividades do 25 de abril. O concerto tem lugar na véspera, 24 de abril, e representa um regresso da banda à capital nortenha depois do concerto de passagem no ano 2013/2014 (na foto) e da atuação com a banda Sinfónica no Coliseu.
Dos músicos fundadores restam Carlos Moisés e Paulo Bizarro. Tudo começou em setembro de 1987 na quinta de Guilherme Delgado (conhecido por “Bill”), em Valdonas, o que deu origem ao nome da banda.

Página dos Quinta do Bill no facebook

sexta-feira, 25 de março de 2016

Publicação revela lista de agentes da PIDE

Antes do 25 de Abril, chegou a haver no concelho de Tomar mais de 10 agentes e informadores da antiga PIDE/DGS, polícia política do antigo regime.
Uma publicação antiga do Secretariado Técnico dos Assuntos Políticos do Ministério da Administração Interna, disponível em algumas bibliotecas, revela ao longo de 170 páginas a lista dos agentes e do pessoal administrativo e auxiliar da ex-PIDE/DGS ao serviço até ao 25 de Abril de 1974.
Do concelho de Tomar constam nomes das freguesias de Paialvo, Asseiceira, Junceira, Beselga, Casais, S. João Baptista, Pedreira e Sabacheira. Algumas dessas pessoas que colaboraram com o antigo regime já morreram mas outras ainda estão vivas.
Aqui fica a publicação:

quarta-feira, 23 de março de 2016

Quando um atentado destruiu 28 aviões e helicópteros em Tancos

A revista “E”, do Expresso de 12 de março publica uma reportagem do jornalista José Pedro Castanheira sobre o atentado ocorrido a 8 de março de 1971 na base aérea de Tancos (VN Barquinha) que destruiu 17 helicópteros e 11 aviões.
45 anos depois são desvendados mais pormenores sobre esta sabotagem da ARA - Acção Revolucionária Armada, o braço armado do PCP.
"Um tiro na asa da ditadura" é o título da reportagem na qual são ouvidos dois dos operacionais, Carlos Coutinho e Raimundo Narciso.

sexta-feira, 4 de março de 2016

Quando Tomar era sede distrital da Legião Portuguesa

Joaquim José Duarte Garrido publicou no facebook este documento histórico sobre a Legião Portuguesa numa altura em que o comando distrital da organização tinha sede em Tomar.
Leia-se o relato que Joaquim Garrido publicou sobre este documento:
“Recebi um original da Legião Portuguesa de 23 de Abril de 1951 a comunicar que o Chamusquense J.R. legionário número 1562/39145 foi punido com um dia de prisão que deveria ser de perferência a um domingo para que todos vissem. O motivo de tal castigo foi porque se recusou a assinar a convocação para a instrução do dia 19 de Novembro de 1950 e que com tão grave falta ele (J.R.) se tinha esquecido que a Legião é um prolongamento das nossas forças armadas e como tal deslustrou a Legião.
"caso se recuse a cumprir usaremos o que a lei nos confere" fim de citação.
A Chamusca e as suas estórias...”
Criada em 1936, a Legião Portuguesa era uma organização de defesa civil do Estado Novo mas que chegou a integrar uma milícia, com o objetivo de "defender o património espiritual da Nação e combater a ameaça comunista e o anarquismo".

sábado, 25 de julho de 2015

Único julgamento popular em Portugal: foi há 40 anos em Tomar

De entre os vários momentos históricos do verão quente de 1975, um ano depois do 25 de Abril, há um que aconteceu em Tomar. No dia 25 de julho de 1975 no tribunal de Tomar realizou-se o primeiro e único julgamento popular. Estava para ser julgado o trabalhador rural José Diogo autor do homicídio do seu patrão Columbano Líbano Monteiro. O crime aconteceu em 1974 no Alentejo.
O julgamento decorreu de forma atribulada conforme se vê nas imagens da época. Assalariados de Castro Verde, operários das empresas de Tomar e Lisboa e representantes da Associação de Ex-Presos Políticos Anti-Fascistas (AEPPA) invadiram o tribunal com cartazes e vozes de protesto. O julgamento judicial acabou por não acontecer porque o arguido não estava presente, tendo sido decidida a sua libertação com uma caução de 50 contos. Em substituição do julgamento “oficial” foi feito na escadaria do tribunal o primeiro e único julgamento popular em Portugal. Os presentes decidiram libertar José Diogo e condenar a título póstumo o proprietário Columbano Líbano Monteiro “pela opressão e exploração que exerceu sobre o povo”.

Recorte do jornal Expresso de 26 de julho de 1975

Reportagem publicada pelo jornal Correio da Manhã em 2005
Julgamento popular de José Diogo

Imagens do julgamento no tribunal de Tomar (a partir de 1h07m09s) na reportagem “Portugal 74-75” de Joaquim Furtado, José Solano de Almeida, Cesário Borga e Isabel Silva Costa emitido pela RTP. Declarações do juiz Júlio Bento, de Tomar.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Bibliotecando debate 25 de Abril

José Gomes Ferreira, Francisco Louçã, Lídia Jorge, Frei Bento Domingues, José-Augusto França e Guilherme d’Oliveira Martins são alguns dos oradores na 6.ª edição do encontro Bibliotecando em Tomar que se realiza nesta sexta e sábado, 8 e 9 de maio, no Instituto Politécnico de Tomar.
“Leituras de Abril” é o tema deste evento que “propõe um olhar plural sobre a nossa memória coletiva”. Pretende-se “observar com mais atenção as mudanças ocorridas na sociedade portuguesa no pós 25 de Abril”. 
“Este encontro quer ser antes de mais um espaço de reflexão, de partilha e de entendimento, dos acontecimentos ocorridos em 25 de Abril de 1974 e sobretudo das consequências que trouxeram para a sociedade nacional”, refere a organização composta por: Agrupamento de Escolas Templários, Câmara de Tomar, Centro de Formação “Os Templários”, Instituto Politécnico de Tomar e Rede de Bibliotecas Escolares, com a colaboração da Rede de Bibliotecas e Acesso Aberto ao Conhecimento do Médio Tejo e Canto Firme de Tomar.

Site do evento

Programa